Biofotns Estresse e Espiritualidade Doentes e Doenças
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Estresse - Parte 2

Nos dias de hoje classificamos o estresse como a pressão exercida sobre o individuo em forma de carga de energia superior à sua capacidade de resistência emocional, que produz distúrbio de conduta.
Desse modo, qualquer tipo de carga, pressão ou força que se vivencia, passou a ser considerada como passível de natureza estressante.
Numa sociedade competitiva e angustiada como a atual, o fenômeno do estresse generaliza-se em razão do volume de compromissos, da escassez de tempo para atendê-los, da busca desesperada por melhores salários e comodidades, de divertimentos e prazeres, dando lugar a ansiedade, produzindo culpa e desarmonizando a estrutura emocional.
Não apenas as ocorrências aflitivas encarregam-se de inquietar, mas também a ansiedade em torno daquilo que se almeja, pelo que se afadiga, pelas conquistas realizadas que culminam no êxito, por exemplo, no matrimonio, na conclusão de um curso, na aquisição de uma carreira, na gloria de um empreendimento.
A mãe que se afeiçoa ao filho e, na viuvez ou não, se lhe dedica com aferrado sentimento de amor-posse, que se completa emocionalmente através das realizações que ele lobriga, quando o vê crescido, avançando para a independência, para a ruptura do cordão umbilical, passa a estressar-se, a mergulhar no poço da existência sem sentido, porque todas as suas aspirações foram direcionadas para aquele mecanismo de auto- realização, de egotismo exacerbado.
Quando, porem, a morte arrebata o ser querido, sem que tenha havido uma preparação psicológica para o fenômeno do falecimento dos órgãos, é inevitável o transtorno gerado pelo estresse da pressão interna do sofrimento que parece impossível a ser suportado.
A existência humana apresenta-se portadora de um elenco de quase infinitas possibilidades que devem ser experimentadas, a fim de tornar-se digna e merecedora de viver saudavelmente.
As experiências sociais e humanas, os desafios e dificuldades, as lutas e desacertos não deveriam constituir força estressante, porque têm por objetivo amadurecer a capacidade emocional, fortalecendo-a para embates mais vigorosos que devem ser travados até o momento da completude.
Negam-se aos combates que são essenciais para o auto crescimento e valiosos para a visão psicológica da existência humana e suas finalidades libertadoras.
Acumulam ressentimentos em razão de fracassos banais que atribuem aos demais, vivem em torno da infelicidade que mais se encontra na imaginação do que na realidade, tendo em vista o corpo saudável, pelo menos sem infecção nem afecção que deveriam ser aplicados em atividades que o revigorassem, impulsionando os sentimentos a vôos mais elevados na busca de realizações enobrecedoras.
A dependência de outrem e a transferência de suas responsabilidades para alguém, a necessidade de gurus e guias ocultam a comodidade mental, moral e emocional, disfarçada de confiança e de afeto por aqueles que lhes sirvam de condutores. A experiência, no entanto, é pessoal e intransferível, que cada qual terá que vivenciar, a fim de aprender, a semelhança do medicamento que deve ser utilizado pelo paciente que busca a cura e não por aquele que o ama.
Não há lugar nem tempo favoráveis para considerações exageradas, nem para convívios conflitivos, nem para relacionamentos doentios.
Educar, portanto, a mente, o sentimento, constitui dever inicial para a superação de qualquer mecanismo estressante.
As tensões, nada obstante, apresentam-se inevitáveis, em razão do curso dos acontecimentos que não se pode ser detido. Superada uma ocorrência, logo vem outra, isto quando não se atropelam na velocidade dos fenômenos humanos.
A maneira como são analisadas para ser aceitas, responde pela emoção com que são enfrentadas.
Quando ocorrem situações estressantes que são inevitáveis, de imediato cabe-lhe a renovação das idéias, a mudança de realização, a busca do refugio da prece renovadora vitalizando os sistemas físicos e psicológicos, momentaneamente afetados.
Desse modo, é impositivo para preservação ou conquista da saúde, que se estabeleçam períodos para as férias, para relaxamento emocional, o respeito da individualidade de cada individuo, para exercícios físicos liberadores das tensões orgânicas e psicológicas, agilizando o corpo mediante caminhadas, massagens, natação, com a mente liberada dos problemas constritores.
Musicoterapia e socorro fraternal ao próximo representam igualmente recursos valiosos para que a pessoa elimine a sua carga tensional e experimente a alegria de viver e de servir sendo útil.
Ioga, meditação e acupuntura são de extrema importância, pois contribuem para o “relax” e renovação das energias gastas.
A busca da beleza, sob qualquer aspecto, contribui para o retorno ao bem estar, superando o estresse e a inquietação.
Esforçar-se por viver com alegria em qualquer conjuntura é terapia preventiva e libertadora para os males do estresse.
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A espiritualidade no câncer


O câncer tem sido uma das principais causas de morte nos países desenvolvidos e mesmo sabendo que atualmente, aproximadamente 50% dos casos de câncer são curáveis, os tratamentos oferecidos estão em processo contínuo de aperfeiçoamento. Desta forma, a quimioterapia tem alcançado vitórias e derrotas. Entre as vitórias temos os tantos casos de remissão da doença ou de redução de tumores. E entre suas derrotas estão os efeitos colaterais, que incluem problemas gastrintestinais, depressão imunológica e diminuição de plaquetas.
É importante pensar que, infelizmente, os medicamentos quimioterápicos não agridem somente o tumor, mas também células saudáveis do organismo e, por isso, tantos sintomas indesejáveis podem aparecer durante o tratamento.
Contudo, há uma maneira bastante razoável de pensar em todas essas reações indesejadas quando aparecem: “o tumor está sendo atacado e isso é bom para mim, para o sucesso do meu tratamento”. É claro que todas as reações devem ser controladas, monitoradas pelo médico e sua equipe, mas o pensamento deve sempre direcionar o paciente em tratamento à sua própria cura.
Assim, a doença leva o ser humano a deparar-se com seus valores e com questões como a existência e a proximidade da morte. Nessa perspectiva, a religião e a espiritualidade empreendem o esforço de significar essa nova deman¬da apresentada para o paciente, buscando compreender a própria doença, o sofrimento, a morte e a existência.
A espiritualidade é entendida, como uma forma de ação e de atitude diante do mundo; uma espiritualidade que nos possibilite ver a temporalidade das coisas, para entendermos que a vida se constitui numa oportunidade para crescermos e aceitarmos nossas limitações, nosso envelhecimento e nossa mortalidade.
Uma das melhores maneiras de alcançar o sucesso no tratamento contra o câncer é detectar a doença ainda em estágio inicial, mas encarar a doença de frente também faz parte luta. As pessoas de atitude otimista e que brigam pela vida têm mais chance de alcançar um bom resultado no tratamento do câncer. O humor interfere na qualidade do sistema imunológico, responsável por combater células em mutação e proteger nosso organismo. A genética pode predispor a pessoa a desenvolver um câncer, mas se o sistema imunológico estiver fortalecido, as células serão eliminadas no momento em que sofrerem mutação.
Atitude positiva isoladamente não basta, principalmente quando se está diante de uma doença grave. Ela deve estar inserida no contexto de uma relação de cumplicidade com seu médico. O bom profissional é o que alia o conhecimento técnico com uma relação humanizada e um olhar abrangente sobre a pessoa. É importante que o paciente seja visto como um indivíduo, que tem uma biografia, uma história de vida, valores, crenças, medos e angústias - e vice-versa, pois o médico também tem suas limitações.
Concluindo, devemos estar preparados para encarar a doença de frente, com pensamento positivo, sem ficarmos nos lamentando do “porque aconteceu justo comigo”. Talvez, se pensarmos não no porque, mas no que colaborei com a doença e como farei para mudar isso daqui para frente, já teremos encontrado a cura, seja qual for o final da história.

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Biofótons


Os biofótons foram descobertos pelo soviético Alexander G. Gurvich, em 1923, que os denominou de “raios mitogenéticos”, uma vez que ele estava estudando o processo de diferenciação no desenvolvimento celular.
Mesmo em 1985, o grande biofísico soviético Volkenshtein escrevia: “As tentativas, que se prolongaram por uma série de anos, de descobrir essa radiação por métodos físicos exatos não conduziram ao êxito. A existência de raios mitogenéticos não se afirmou, por isso seu estudo há tempos foi abandonado. Do mesmo modo foram falsas outras comunicações sobre as radiações ultravioletas específicas, originadas em outros processos biológicos”.
Os biofótons, ou emissões ultra fracas de fótons por sistemas biológicos, são fótons de luz ( intensidade muito baixa) que estão no intervalo óptico do espectro eletromagnético, ou seja, constituem a luz emitida por esses sistemas. Seus comprimentos de ondas correspondem ao vermelho, ao amarelo, ao verde, etc. Podem, também, exibir comprimentos de ondas menores, com freqüências mais elevadas, como a da radiação ultravioleta. Todas as células vivas de plantas, animais e seres humanos emitem biofótons que não chegam a serem vistos pelo olho nu, mas que podem ser notados e medidos por meio de equipamentos especiais desenvolvidos, principalmente, por pesquisadores alemães.
A emissão de luz é uma expressão do estado funcional do organismo vivo e a medida dessa emissão pode, portanto, ser usada para se ter um acesso a esse estado. Células cancerosas e células sadias do mesmo tipo, por exemplo, podem ser discriminadas pelas diferenças típicas da emissão de biofótons. É bom guardar esse exemplo na memória. Depois de uma década e meia de pesquisa básica sobre essa descoberta, biofísicos de vários países europeus e asiáticos estão explorando agora as aplicações muito interessantes que percorrem campos tão diferentes como pesquisas sobre o câncer, diagnóstico médico precoce não-invasivo, testes de qualidade de comida e água, testes químicos e eletromagnéticos de contaminação, comunicação entre células e várias aplicações em biotecnologia.
A descoberta da emissão biofotônica também deu respaldo científico a alguns métodos não convencionais de cura baseados no conceito da homeostase (auto regulação do organismo), tais como várias terapias somáticas, homeopatia e acupuntura. A energia “chi” circulando pelos canais do nossos corpos (meridianos) de acordo com a Medicina Tradicional Chinesa regula as funções do nossos corpos e pode estar relacionada com as linhas nodais do campo biofotônico do organismo. A “prana” da fisiologia da Ioga Indiana pode ser uma força energética similar reguladora que tem sua base nos biocampos eletromagnéticos fracos e coerentes.
Em 2003 foi publicada uma monografia usada como texto para a obtenção do título de Mestre junto à FMUSP, de autoria do médico Ricardo Monezi Julião de Oliveira. O trabalho tem o título: “Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos”. Vamos ver o resumo do próprio autor:
“Estudamos a impostação de mãos sobre camundongos, avaliando parâmetros hematológicos e imunológicos. Nossos resultados demonstraram nos animais que receberam a impostação de mãos uma diminuição significativa do número de plaquetas, elevação do número de monócitos na leucometria específica, elevação da atividade citotóxica de células não aderentes com atividade NK (Células Natural Killer) e LKA (Células matadoras ativadas por linfócitos). Os grupos controle e placebo não mostraram qualquer alteração. Os resultados encontrados nos levam a concluir que há uma alteração fisiológica decorrente à impostação de mãos e que há que se estudar por que ela ocorre.”
Verificou-se que usando um grupo de sessenta camundongos machos, divididos em três sub-grupos, sendo um de controle, outro simulando algo como impostação e o terceiro sendo o de verdadeira impostação de mãos, no caso da reação a uma situação preparada de indução da presença de bócio, quando da retirada da ministração de iodo aos animais, apareceram os resultados apresentados. O que necessita ser explicado é o resultado da aplicação de algo que se pode definir como passe magnético, passe mesmeriano, passe utilizado na Medicina Tradicional Chinesa e outras terapias alternativas ou complementares. Não basta afirmar que durante a impostação de mãos é transferida uma certa quantidade de energia sutil. A hipótese mais evidente que se coloca é a de que a energia fornecida quando da impostação de mãos vem dos biofótons emitidos pelo pesquisador. No caso em pauta, este administrou passes de cerca de quinze minutos de duração, durante quarenta e cinco dias.
Não foi incluído especificamente entre os tipos de passes o passe espírita, pois este depende de outro fator que é a parte espiritual. O passe espírita é considerado como um passe misto: parte orgânico e parte espiritual. Neste tipo de passe deveriam ser incluídos os biofótons oriundos da parte física e os da parte perispiritual, que pertencem a outro quimismo. É possível que o campo biofotônico seja também responsável por várias outras formas de energia sutil encontradas nas medicinas alternativas, como a acupuntura e a homeopatia, ou seja, um campo informacional.
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Espiritualidade no paciente em diálise


A doença renal é considerada um grande problema de saúde pública devido a suas altas taxas de morbidade e mortalidade. Atualmente, no Brasil, existem mais de 54 mil pacientes em terapia renal substitutiva, conforme o Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia de 2002, sendo aproximadamente 50 mil em hemodiálise. Apesar de os tratamentos disponíveis nas doenças renais terminais substituírem parcialmente a função renal, aliviarem os sintomas da doença e preservarem a vida do paciente, nenhum deles é curativo.
Os avanços tecnológicos e terapêuticos na área de diálise contribuíram para o aumento da sobrevida dos renais crônicos, sem, no entanto, possibilitar-lhes o retorno à vida em relação aos aspectos qualitativos. Esses pacientes, que dependem de tecnologia avançada para sobreviver, apresentam limitações no seu cotidiano e vivenciam inúmeras perdas e mudanças biopsicossociais que interferem na sua qualidade de vida, tais como: a perda do emprego, alterações na imagem corporal, restrições dietéticas e hídricas.
Muito se estuda das alterações patofisiológicas do paciente dialítico, mas recentemente tem despontado a íntima relação entre distúrbios psiquiátricos e doença renal.
As primeiras três décadas da diálise foram para aumentar a sobrevivência dos pacientes. O desafio para os próximos 30 anos será entender a associação entre fatores psicossociais e evolução dos pacientes, o que inclui ajustamento, adesão, morbidade e mortalidade.
Os distúrbios psiquiátricos nesses pacientes têm sido objetivo de vários trabalhos recentes que demonstram uma prevalência entre 5 a 22% dependendo dos critérios diagnósticos usados. Quase metade dos pacientes em diálise possuem sintomas depressivos e destes, 25% chegam a preencher critérios para depressão. Da mesma forma, de 20 a 40% dos pacientes preenchem critérios para ansiedade. A qualidade de vida dos dialíticos também é prejudicada e é motivo de inúmeras pesquisas no intuito de promover uma melhoria em suas condições de vida e conforto.
Nesse contexto atual de prevalência cada vez mais acentuada de comorbidades e pacientes em diálise, encontra-se o papel da religião. Os pacientes que possuem doenças crônicas e muitas vezes incuráveis apegam-se a fé e ao ato religioso como forma de encontrar um apoio e um alívio para sua dor.
Atualmente são demonstradas associações entre maior religiosidade e espiritualidade com as doenças mentais, entre elas: maior bem-estar geral, menores prevalências de depressão, abuso de drogas, suicídio, melhor qualidade de vida, maior "coping" (modo de lidar com os fatores estressantes), menor mortalidade, menor tempo de internação e até melhor função imunológica. Sendo assim, torna-se importante (ainda mais em um país como o Brasil, em que 92,6% possuem uma religião e aproximadamente 90% costumam frequentar a igreja) verificar a relação da espiritualidade e religiosidade nos pacientes em diálise.
Na realidade brasileira, poucos estudos abordaram essa questão. Publicado no ano de 2009, Paula et al. realizaram um estudo qualitativo avaliando quatro famílias de crianças em diálise peritoneal e a descrição de manifestações de espiritualidade e religiosidade. Durante os depoimentos, foi identificado nos relatos das mães que "Deus é a esperança de cura da doença crônica" e que "Deus pode protegê-las (crianças) de complicações clínicas". Houve ainda um forte envolvimento da igreja com as famílias por meio de orações para a recuperação da criança. Os autores caracterizam a religião como a fornecedora de "conforto aos membros da família, sendo também uma forma de apoio", assim como "a religião promove interação social e apoio entre familiares e os membros da sociedade" e declaram que "a espiritualidade e a religião se mostraram como uma influência positiva no comportamento dos pais de crianças com doenças crônicas. Os familiares buscam na figura divina a sensação de paz e tranquilidade". Como conclusão, este estudo aponta que "conhecendo as práticas religiosas e espirituais da família, o enfermeiro poderá compreender suas atitudes perante o processo de adoecimento e terapêutico, auxiliando-a a manter práticas que promovam a saúde".
Outro estudo brasileiro em andamento é o SALUD (Spirituality and Life Under Dialysis), de caráter multicêntrico, que envolve três unidades de diálise (Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo, Unidade de Nefrologia de Osasco e Hospital Stella Marris, em Guarulhos). Os resultados parciais do estudo foram divulgados no XV Congresso Paulista de Nefrologia, em 2009. Até o presente momento foram avaliados 55 pacientes, média de 52,6 anos; 60% do sexo masculino. Quanto à religião: 54,5% eram católicos; 27,3%, evangélicos; e 3,6%, espíritas; 40,8% referiram frequentar o templo religioso com frequência; 81,8% rezavam uma vez por dia ou mais; 68,5% acreditavam que a religião era muito importante na sua recuperação; e 60,4% para sua vida. Obteve-se uma correlação da menor frequência religiosa com maior presença de dor e maior nota da dor. Dos que frequentavam pelo menos uma vez por semana o templo religioso, 21,1% possuíam depressão, contra 44% dos que frequentavam menos. Daqueles que relataram que a religião era muito importante nas suas vidas, 56% possuíam qualidade de vida boa ou ótima, contra 36,8% dos que não a julgavam tão importante, com tendência à significância à medida que a amostra aumentava de tamanho. Quando os pacientes foram questionados se gostariam que os médicos perguntassem sobre sua religião, 59,3% disseram que sim, e quando questionados se já haviam sido abordados por algum médico, 74,1% disseram que não, mostrando uma barreira entre os anseios do paciente em diálise e a conduta médica. Esse resultado é compatível com outros estudos internacionais, em que 83% dos pacientes gostariam que seus médicos abordassem sua espiritualidade e 94% dos pacientes gostariam que o médico perguntasse sobre suas crenças religiosas se ficassem gravemente doentes.
A espiritualidade e a religiosidade possuem um papel importante para o paciente em diálise. Mostra-se relacionada com pontos importantes na própria relação médico-paciente, qualidade de vida e enfrentamento da doença, devendo ser considerada pelos profissionais que assistem esse tipo de paciente.
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ESTRESSE E ESPIRITUALIDADE


Este é um tema muito interessante e muito atual, o que nos mostra que quanto mais avançam os estudos sobre a nossa mente, mais nos aproximamos do nosso passado e da nossa espiritualidade.Segundo publicações da Dra. Marlene Rossi Severino Nobre, renomada pesquisadora do meio, o estresse para o grande publico é uma situação psicologicamente agressiva que repercute no corpo. Este, porém, é apenas um dos aspectos do estresse.
A sua versão psicossomática, há outros, porém, a serem considerados.
Na verdade, o ser humano vive em estado de estresse permanente, bombardeado por fatores estressantes diversos - físicos, psicoemocionais, e espirituais - que lhe exigem constante adaptação ao mundo que o cerca.
Os fatores estressantes emocionais tanto podem ser tristes, como a morte de um ente querido, o desemprego, quanto felizes, como o sucesso do atleta ou as alegrias do reencontro - todos desencadeiam, do mesmo modo, os mecanismos e as conseqüências do estresse. O mesmo acontece em relação aos abalos nervosos, como no estado de cólera, medo, etc., assim como frente aos fenômenos físicos nocivos como: frio, calor, fadiga, agentes tóxicos ou infecciosos, jejum, exercícios físicos exagerados, etc.
Na verdade, o estresse é a resposta não específica que o corpo dá a toda demanda que lhe é feita. Ele corresponde à interação entre uma força e a resistência do organismo a esta força. É o complexo de agressão e reação.
Exemplificando, os fatores estressantes estão presentes na vida de todas as pessoas, porém cada indivíduo reage diferentemente do outro, criando então, fatores específicos individuais próprios de cada um denominados como “coping”.
A medicina hoje considera a doença como sendo a resultante da agressão mais a reação não específica, mais reação específica. Isto pode ser resumido em estresse mais coping. Desse modo, considera-se a originalidade própria das reações específicas ao agente estressor, superpostas às reações não específicas do estresse, criando a diversidade dos aspectos clínicos.
Em 1936, Hans Selye, descobridor do estresse, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o assunto. Em 1950, descreveu a Síndrome Geral de Adaptação - com seus aspectos bioquímicos e endócrinos, mostrando qual a reação não específica do organismo às agressões do mundo exterior.
Na reação de alarme, a primeira resposta do organismo ao estresse, entra em ação o sistema hipotálamo-simpático-adrenérgico que prepara o organismo para a luta ou fuga. Entram em jogo a adrenalina e a noradrenalina, com isso, há muita produção de glicogênio, taquicardia, respiração acelerada, concentração do sangue nos vasos principais e nos músculos estriados, inibição dos sistemas digestivo, sexual e imunológico.
Depois disso, outro sistema vai entrar em jogo, o hipotálamo com produção de ACTH e corticóides.
Esses sistemas entram em funcionamento na fase de reação e o organismo pode sofrer esgotamento ou entrar na fase de exaustão, tendo como resultado final doença e morte. São inúmeras as doenças de adaptação, entre elas, hipertensão, úlcera, hemorróidas, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes, enxaqueca, etc.
Hoje, como avanço dos estudos, considera-se o sistema limbo-hipotálamo-hipófiso-suprarrenaliano (LHHS). Através do hipotálamo, são liberado o CRF (Fator de liberação corticotrófico – “Corticotrophin Releasing Factor”) e a Argenina Vasopressina (AVP) - que determinam a liberação de ACTH pela hipófise e esta o cortisol pela supra-renal.
Com vemos, o estresse está ligado ao centro das emoções no hipotálamo, assim é importante o estudo de fatores como o medo, a raiva, nos seus mecanismos e reações. Assim, quando o indivíduo sente raiva, por exemplo, é como se ele estivesse diante de um predador, de um perigo iminente e isto desencadeia a reação.
Como vimos, cada indivíduo tem uma reação específica frente ao estresse. Ele coloca suas estratégias de ajuste cognitivas e comportamentais, o "coping", para fazer face aos agentes estressores.
As pesquisas têm demonstrado que doenças como depressão estão absolutamente ligadas ao estresse. Investigação ampla, realizada em 52 países, da qual participou o Dr. Alvaro Avezum, do Brasil, acerca dos fatores de risco da doença cardíaca, demonstrou que os psico-sociais entram em mais de 30% dos casos.
O estresse é o campo da medicina que reunifica corpo e alma e o seu estudo está, portanto, intimamente ligado a espiritualidade.
O nosso cérebro tem três áreas distintas: a inicial, onde habita o automatismo e que está no plano subconsciente, a do córtex motor que engloba as conquistas do hoje e está na área do consciente e a dos lobos frontais que representam o ideal e a meta superiores e estão vinculados ao superconsciente.
Portanto, vemos o mundo através de três cérebros distintos.
Aprendemos também que somos seres em evolução, quanto mais perto nos encontramos da animalidade mais agimos com instintos e sensações. Com o passar do tempo, e a evolução espiritual conseqüente, passamos a ter sentimentos, sendo o amor, o mais sublimado deles.
Se estamos escravizados aos instintos, a maneira pela qual fazemos face aos fatores estressantes é muito primitiva e resulta quase sempre em doenças.
Aprendemos também que é preciso humildade para vencer a animalidade inferior. Infelizmente, porém, em nossas relações em sociedade e no lar estamos muito longe desse sentimento sublime que está intimamente ligado ao amor.
Assim, a fé é importante porque abre as portas do coração para sentir e viver o amor divino em nossas vidas.
Através da oração, da meditação, da compreensão do valor da dor, temos a possibilidade de conhecermo-nos a nós mesmos e a reagirmos de forma mais equilibrada às tensões da existência humana. Compreendemos, igualmente, que é preciso treino para o perdão e para eliminação da raiva, da inveja, da mágoa e de outros sentimentos negativos.
A nossa busca da paz para viver no lar, no ambiente de trabalho, dentro da sociedade tem de ser centralizada em Jesus, o Médico das Almas, que afirmou ter a paz verdadeira para nos oferecer.
Chico Xavier disse com muita sabedoria: "A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido."
Para vencer positivamente o estresse é preciso guardar a paz, tê-la como patrimônio e esta pacificação interior que é responsável pelo sucesso do "Coping", só será uma conquista definitiva quando houver harmonia entre os três cérebros.
Para isso, no entanto, é imprescindível não esquecer que é preciso fé em Deus e obediência às Suas Leis.
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DOENTES E DOENÇAS


Por enquanto, estamos todos doentes, conduzindo conosco doenças aflitivas que nos convém cultivar.
Doentes, porque, perseverando no egoísmo, mantemos os germes destruidores que se chamam ira, vaidade, ciúmes...
Doentes, porque, nos comprazemos, quando feridos, em também ferir; angustiados, desferir dardos de mau humor; aflitos, espalhar inquietações.
Doentes, porque clareados pela fé nobre e pura, povoamos a mente de sonhos ilusórios e esquecemos os deveres primaciais da procura interior com o firme propósito de melhoria incessante.
Doentes, porque conservamos o azedume, cultivamos maledicências.
Doentes, porque não sabemos; enfermos e ignorantes que somos, aproveitar o tempo de que dispomos, valorizando as oportunidades que nos são oferecidas.
Para bem viver e conviver é preciso, antes de tudo, que haja respeito pelo modo de ser de cada um.
“A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente está muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.” Padre Fábio de Melo.
Portamos doenças, sim, de variada nomenclatura. Pois:
Amando – impomos condições ao amor;
Amados – contaminamos de aflições quem nos ama;
Servindo – desejamos servir como nos agrada;
Servidos – alegamos ineficiência no serviço;
Alegres – esperamos que todos se alegrem conosco;
Tristes – gostamos que os demais participem de nossa tristeza, normalmente injustificável.
“As pessoas criam regras que não cumprem, impõem comportamentos que não têm, esperam o respeito que não dão e ditam princípios que não seguem”. Angela G. A. Beirão.
Somos espíritos doentes em tratamento difícil, por agradar-nos a condição de infelicidade que nos é a tônica favorita.
Todavia, Jesus é o médico divino e Sua sabedoria é o medicamento eficaz de que podemos utilizar com resultados imediatos.
Se, entretanto, no tumulto do dia a dia, houvermos perdido os ouvidos para escutá-lo ou o paladar para o pão dos seus ensinamentos, busquemos um rochedo solitário, longe das atribulações, no centro de uma ilha, e façamo-nos receptivos.
Tal rochedo e tal ilha são a prece e a meditação ao alcance de todos.
Seja o que for que peçais na prece, crede que o obtereis e concedido será o que pedires.
(Marcos Cap. XI, v. 24).

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Corpo


Por mais ásperas repontem as provações no curso incessante das horas durante a vida física, o corpo não pode ser sacrificado em holocausto à revolta, como solução dos problemas que a invigilância arquitetou e que se manifestam como ímpetos algozes.Organizado pela excelsa mercê da Providência, para servir de santuário no princípio espiritual em evolução, atinge, na espécie humana, o clímax da sua destinação.
Para que nele o espírito habite e através dele se manifeste, trilhões de vidas microscópicas se harmonizam em perfeito intercâmbio, gerando equilíbrio e atendendo a determinações da própria estruturação.
Resultado de experiências multimilenárias nos laboratórios da natureza é digno do mais alto respeito, a fim de ser preservado integralmente na contextura em que se apresenta.
Preparado desde o momento da concepção para atender as finalidades da evolução espiritual, é laboratório de contínuos ensaios, através dos quais milhões e bilhões de células, em circuitos especializados, oferecem valiosas contribuições para o êxito das atividades a que se destina.
Mantido por equipamento eletrônico que assegura a consolidação da forma, é suscetível de desarranjos, quando se desmantelam os comandos psíquicos a se expressarem no sistema nervoso, através dos aparelhos central, periférico e neurovegetativo. Originário esse sistema nervoso da placa neural, que é uma lâmina do ectoderma ou gástrula, após incontestáveis adaptações ao ambiente e atendendo às exigências funcionais, ditadas pelo espírito reencarnante, alcança o seu maior grau de evolução, agindo através de respostas próprias aos estímulos que lhe são enviados do exterior. Essa função, que é desempenhada pelos diversos órgãos receptores e efetores, tanto quanto pelos estímulos que dirige à medula espinhal e ao encéfalo, que associa as diversas e várias sensações que o córtex cerebral interpreta, constitui a faculdade intelectual, pela qual a razão se expressa.
Todos os choques violentos que a intemperança produz atinge-lhe os centros vitais e desequilibram-no. Sensível às mefíticas vibrações da cólera, do ódio, do ciúme e das paixões desordenadas, necessita do eficiente concurso do amor, das expressões da prece e da meditação para cumprir o sublime desiderato a que se destina.
Nele a vida responde aos desígnios da misericórdia de Deus de maneira providencial e sábia.
Nenhum dissabor pode atingir a sua desorganização violenta sem que ocorram conseqüências imprevisíveis para o autocida.
Tudo nele se expressa à sabedoria com que foi elaborado. Se um estilete pontiagudo o pica, centenas de preciosos capilares são destruídos; outros tantos, porém, se formam instantaneamente. Se uma lâmina o fere, imediatamente delicada ramificação de fibrina se estende sobre o corte e prende as plaquetas, elaborando um coágulo tampão, que impede a hemorragia, sem o que a morte seria inevitável...
Os capilares, embora microscópicos, permitem na sua estrutura e porosidade que o oxigênio do sangue os atravesse numa direção, enquanto as escórias, tais como o gás carbônico, água e os detritos resultantes do metabolismo proteico, passam noutro sentido.
O coração, essa incomparável bomba eletromuscular, que mantém o sangue em circulação através dos seus dois circuitos principais (coração-cérebro-coração e coração-pé-coração), funcionando ininterruptamente numa vida de 70 anos, pulsa cerca de dois bilhões e meio de vezes, sem cessar, sem pausa para reparo, excetuando-se ligeiro descanso entre a sístole e a diástole!
Qualquer interrupção do curso natural de sua finalidade ou qualquer ultraje à sua estrutura física ou fisiológica se transforma em flagício para quem a tanto se atreva.
Amá-lo, preservando-lhe as finalidades santificantes, é dever mínimo, por ser ele degrau de ascensão a felicidade.
É comparável a semente que, naturalmente despedaçada na terra, com espontaneidade generosa liberta a vida que encerra em embrião, ou à flor que, desabrochada, desencarcera o pólen da vida. Ele também, gasto nos nobres e elevados misteres para que foi edificado, descerra os painéis da imortalidade ao espírito que retorna livre do presídio ao pais de ventura donde saíra antes para a conquista da felicidade real.


Divaldo Pereira Franco
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O ADOECER


Segundo as atuais definições, um indivíduo saudável é aquele que possui completo equilíbrio do corpo, mente e espírito.
Quando acontece qualquer desequilíbrio em um desses aspectos, estes se refletem nos outros dois aspectos anteriores, gerando nossas doenças. Uma alteração no plano físico por menor que seja principalmente os dolorosos, depois de certo tempo se estendem ao plano mental causando depressões, alterações no convívio social, no trabalho, entre outros.
Uma alteração no plano mental causado por raiva, decepção ou medo, por exemplo, em longo prazo, costumam causar doenças psicossomáticas com repercussões no plano físico.
Uma alteração no plano espiritual costuma gerar repercussões em ambos planos por falta de motivação em superar os obstáculos do dia a dia, estilo de vida prejudicial, entre outros.
Outra forma de se interpretar a nossa saúde mais sutilmente é classificá-las em 4 fases.
A doença no nível energético, quando o paciente apresenta uma queixa e a investigação médica não encontra uma causa que a justifique, costuma ser bastante estudada na medicina chinesa principalmente na acupuntura, onde o acupunturista treinado já é capaz de identificá-la e conseqüentemente tratá-la evitando e sua progressão.
Já o processo de adoecer no nível inflamatório, a medicina é capaz de verificar um exame positivo que indica um processo inflamatório ou o paciente apresenta uma limitação funcional, dificultando que realize uma determinada atividade.
Não havendo uma intervenção adequada, o paciente pode adentrar o estágio seguinte, o nível degenerativo, com alterações celulares “definitivas”.
Todo esse processo de aprofundamento da doença está originado em um patamar mais sutil, o nível mental.
O processo de adoecer pode ser comparado à seguinte cena: há um cano com vazamento (nível mental), que pode promover uma infiltração no teto (nível energético), ocasionando um gotejamento no assoalho (nível inflamatório), tendo a possibilidade de comprometê-lo definitivamente (nível degenerativo).
Como exemplo, citamos um caso de úlcera gástrica, iniciada por uma situação emocional vivenciada pelo paciente, muitas vezes ignorada, levando-o a procurar o médico apenas quando a queixa de dor no abdome superior se manifesta.
Nessa fase pode-se ter uma endoscopia sem alterações (nível energético), não havendo uma intervenção terapêutica, pode-se evoluir para uma gastrite (nível inflamatório) e chegar até uma alteração orgânica com lesões celulares mais complexas, como a úlcera gástrica (nível degenerativo).
Nos níveis inflamatórios e degenerativos há a necessidade de utilizar medicamentos sejam alopáticos ou homeopáticos e ou cirurgias.
Como manter nosso equilíbrio evitando as doenças e suas complicações?
Através de uma vida saudável que consiste em cuidarmos de nosso corpo, mente e espírito conseguindo assim um perfeito equilíbrio energético.
Devemos ter hábitos saudáveis como alimentação correta, pratica de atividade física regular, atividades de meditação e relaxamento e de equilíbrio energético como acupuntura, tai chi ou yoga.
Porém, para atingirmos uma resposta resolutiva é necessário intervir na “causa da causa”, “trocar o cano com vazamento”, resolver a problemática existente no nível mental, ressignificando crenças limitantes ao desenvolvimento de nossas potencialidades.
Desta forma, além de aliviar a dor do corpo, podemos buscar a aprendizagem para a alma, refletindo não apenas sobre porque as adversidades do dia-a-dia nos afetam, mas também como elas podem ser úteis para o nosso crescimento.
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Cirurgia e Espiritualidade


Infelizmente quando vamos nos submeter a um procedimento cirúrgico não temos segurança no cirurgião em que vamos entregar nosso precioso corpo, e nem se realmente temos necessidade de nos submetermos a aquele procedimento.
Deparamos-nos com o medo da morte, seqüelas, da internação em um ambiente desconhecido, enfim do inesperado.


Um cirurgião precisa ter olhos de uma águia
O coração de um leão
As mãos de uma mulher
A delicadeza de um cordeiro
A paciência de um santo
A bexiga de um elefante


Cultura médica

Para muitos pacientes, receber tratamento num hospital e submeter-se a uma cirurgia é um grande salto para o desconhecido.
O papel da espiritualidade nesse instante é fundamental. Geralmente nessa fase todos nós, mesmo os mais céticos, passamos a desenvolver uma sensibilidade maior e uma necessidade de uma atenção diferenciada.
Em primeiro lugar negamos até porque ficamos doentes. Algumas pessoas apresentam todos os fatores de risco, o paciente é fumante, obeso, alimenta-se de forma errada, não faz exercícios e tem um nível de colesterol e histórico familiar de ataques cardíacos. Existem também aquelas pessoas que não deveriam ter uma doença, a mulher magra, alimenta-se corretamente, não fuma, pratica corrida e seus pais não tem problemas cardíacos. Todavia, ao contrário do que poderia ser previsto por esses fatores, o homem obeso convive bem com as suas artérias obstruídas e a mulher esguia tem um ataque cardíaco necessitando se internar as pressas. O que está acontecendo? Aprofundando a investigação, descobrimos que o homem obeso, que aparenta ser uma bomba relógio tem um temperamento tranqüilo e alegre, o que faz com que sejam menores seus riscos agudos. Quanto à mulher podermos vir a descobrir que sofria de problemas familiares e depressão o que aumentam muito seus riscos.
Não existem dúvidas que a vida emocional pode influenciar, e muito, os riscos de se adoecer e a recuperação cirúrgica. Para mim é o essencial.
Devemos começar com o contato com o cirurgião que deve passar segurança ao paciente e a família em todos os aspectos.
Em segundo lugar o paciente deve manter contato com a sua família ou entes queridos durante a maior parte do tempo, da forma que o doente nunca se sinta sozinho ou abandonado. Não se pode pactuar com rostos solitários olhando fixamente para a parede ou matando o tempo, em silêncio, diante de televisores. È óbvio que a solidão e o abandono sentimental podem prejudicar fisicamente uma pessoa.
Quanto à recuperação, a responsabilidade do cirurgião não termina com o último ponto da sutura de pele. Por mais bem sucedida que a cirurgia possa ter sido, ao terminá-la o cirurgião tem a obrigação de mostrar ao paciente o caminho da recuperação, uma tarefa que é facilitada pelos tratamentos complementares e outros profissionais da equipe hospitalar como psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, etc..
Nunca é demais enfatizar a importância da atitude do paciente em relação à doença e ao longo do caminho que leva a recuperação. Em alguma parte do processo, o paciente tem de tomar a decisão de agir e optar por contribuir para a própria cura. A mente tem de ajudar o corpo.
Enfim, seja qual for a doença ou o tratamento cirúrgico ou o prognóstico sugerido a verdadeira chave para o sucesso é que nos livremos de nossos vínculos, principalmente em dois domínios da vida. As mesmas áreas que causam devastação nos pacientes.
A primeira é a nossa paixão pelas coisas físicas, nossos desejos insatisfeitos que freqüentemente nos fazem sofrer. A segunda é o egoísmo que justifica os nossos pensamentos e emoções negativas em relação ás outras pessoas. A raiva, o desprezo e o ódio nos mantêm presos ao nosso self inferior. A verdadeira liberdade está em superar estes amores inferiores e optar por seguir um caminho superior.
A verdadeira cura muitas vezes surge a partir de mudanças de vida que implicam renunciar emoções mesquinhas e destrutivas e ás preocupações mundanas do nosso mundo físico com o propósito de podermos nos entregar a um bem superior.
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Feliz Ano Novo

Primeira postagem do ano, vamos lá para não enferrujar!!!
2011...ano novo que se inicia. Um ano que se abre com novas perspectivas, novas esperanças, novos sonhos.

Tomemos então como um de nossos objetivos para o novo ano, focalizar nossa mente no pólo oposto ao da negatividade, acreditando, a cada momento, na possibilidade de que tudo poderá dar certo. Sempre ao fazermos uma escolha temos 50% de chances delas darem certo e 50% de chance delas darem errado, porém, se acreditarmos que tudo pode dar certo, nossas chances de obter exito aumentam muito. Vamos então, a partir de hoje, ir em busca de nossos sonhos nos esforçando para que eles se tornem realidade, com todas as nossas forças e dedicação.
Agindo desta maneira estaremos construindo um novo futuro, sem medos e angústias porque somos fortes e tudo que almejarmos conseguiremos.
Não tenha medo do que as pessoas vão dizer. Nunca tenha medo da opinião das pessoas,que é a maior prisão do mundo. Uma vez que você não tem medo das opiniões das pessoas, você é livre!
Ser fiel, acima de tudo, a si mesmo, é o segredo para uma existência livre de arrependimentos. Quando abrimos mão de nossos valores para agradar aos demais, o rancor certamente se instalará ao menor sinal de que nosso sacrifício não está sendo devidamente reconhecido e valorizado.
Mas não há outra maneira de fortalecer a auto-estima, senão confiar nos próprios insights. Nosso guia interior -que nos direciona para a verdade, o bem e a luz-, está sempre presente, à espera de nosso reconhecimento.
Vamos olhar mais para dentro de nós e descobrirmos qual são nossos verdadeiros desejos, e que em 2011 eles sejam realizados por todos nós.
Um feliz 2011 para todo mundo!!!!!!
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Pelo menos em alguma fase de nossas vidas, passamos por momentos de mudanças ou situações inesperadas, as quais, nunca sabemos por que estamos enfrentando aquela situação sempre reagindo a elas de forma negativa.
Isso em minha vida tem se tornado constante. Porém como sempre, caiu em minhas mãos um livro, cujo assunto impressionantemente abordava estes aspectos da nossa personalidade.
Achei muito interessante e resolvi compartilhar no blog, já que tem tudo a ver com a nossa espiritualidade e saúde.

Até mesmo os psicólogos ortodoxos conseguem aceitar a crença de que a alma humana tenta se comunicar-se com o ego (mente consciente) através do uso de símbolos e da linguagem do hemisfério cerebral direito. Infelizmente, a maioria de nós opera literalmente no nível do cérebro esquerdo, especialmente quando procuramos encontrar significado naquilo que acontece na nossa vida cotidiana. Tendemos a considerar os acontecimentos do mundo físico em termos de seus efeitos sobre nós e nossa família. Por essa razão, quando recebemos a noticia sobre uma séria ameaça a saúde, ou algo negativo nós reagimos muitas vezes com surpresa e negação. Primeiramente surgem os pensamentos sobre o modo como isso irá afetar as pessoas à quem amamos, nosso sucesso profissional ou a nossa qualidade de vida. Freqüentemente buscamos razões “concretas” para explicar por que uma coisa assim tão horrível foi ocorrer em nossa vida. Cada vez mais nós podemos ser acometidos por depressão, desânimo e sentimentos de raiva.
Chegamos até mesmo a interpretar o diagnóstico de uma doença séria ou um fato negativo como uma punição por algum pecado secreto ou motivo para nos sentirmos culpados. Todavia, quando vamos além do nível literal, podemos encarar isso não como uma punição, mas como um desafio espiritual que requer todos os nossos recursos físicos, emocionais, mentais e espirituais. Quando começarmos a compreender as lições da vida da perspectiva simbólica do nosso EU superior e da nossa alma, chegaremos mais perto de descobrir nosso poder de cura interior, uma parte da nossa natureza divina.
Aprender como abordar novas lições de vida, relacionamentos ou questões emocionais com uma atitude calma, não- reativa e otimista nos permite receber as maiores lições espirituais que a nossa alma procura ensinar-nos.
A opção de reagirmos a essas lições de vida com uma emoção negativa ou com uma sensação de otimismo pode influenciar significativamente em nosso estado de saúde.
Especificamente, uma experiência de vida negativa que nos impõe uma adaptação e nos obriga a desenvolver novas estratégias para lidar com os problemas da vida pode na verdade estar nos proporcionando o conhecimento e a experiência de que iremos precisar para nos preparar para sobreviver uma crise futura.
Todas as experiências de vida podem ensinar-nos preciosas lições se permanecermos suficientemente receptivos para a percepção do seu valor “oculto”.
Ás vezes o nosso Eu superior coloca em nosso caminho dificuldades que se destinam a atuar como lembretes simbólicos e sutis acerca de áreas da nossa personalidade que ainda precisam ser trabalhadas.
Afinal de contas, o nosso principal propósito no plano físico não é o aprendizado e o crescimento espiritual?
Não há dúvida de que muitas vezes fatos simples de nossas vidas cotidianas podem ser os culpados de nossas doenças e problemas, no entanto, precisamos ser participantes ativos da vida e não meramente observadores místicos. Isso significa que quando estendemos a nossa consciência para além dos filtros limitantes da realidade emocional (criados pelas velhas feridas e condicionamentos que sofremos no passado), começamos a enxergar o quadro maior do significado de nossa vida! E, quando começarmos a usar as orações, afirmações e as programações para mudarmos a nossa realidade pessoal de uma forma positiva, chegamos mais perto de viver uma vida com mais alegria, crescimento interior, saúde e iluminação espiritual. As verdadeiras metas da vida.
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Glândulas, Centros Psíquicos e Chacras

Nesta postagem vou comentar sobre um assunto que muitas pessoas já devem ter ouvido falar, porém ainda tratado com misticismo e descrédito, talvez pelo fato de ser estudado pela ciência ocidental, principalmente a indiana, carregada de simbolismos devido o seu forte tradicionalismo e precário avanço na área científica.

O corpo energético humano, às vezes chamado de “corpo etéreo” permeia e cerca o corpo físico sólido. É a soma dos campos de energia das células individuais, tecidos e órgãos, agindo em coordenação, refletindo a atividade do corpo físico, pensamentos e emoções.
Os pontos e os canais de acupuntura podem ser considerados a fronteira entre o corpo físico e o energético, possuindo características dos dois aspectos. Os centros de energia, denominados “chacras”, representam as áreas centrais para a coordenação dos fluxos de energia dentro do corpo energético.
Embora exista certa confusão entre os termos glândulas, chacras e centros psíquicos, é extremamente fácil diferenciá-los.
Glândulas: são órgãos físicos, tão bem estudados pela ciência, inclusive no que se refere ao seu bom ou mau funcionamento, o que influi decisivamente sobre a saúde, o bem estar e até mesmo o humor, como já amplamente conhecido e demonstrado.
Centros Psíquicos: são essas mesmas glândulas, porém sua duplicata no chamado “corpo etéreo” ou “psíquico”, que a ciência ainda não reconhece.
Chacras: são vórtices de energia também ainda não provados cientificamente, cujo centro se encontra, em sua maioria em glândulas.
Ainda não reconhecidos pela ciência, os órgãos psíquicos e os centros e fluxos de energia começam a ser estudados por alguns cientistas, notadamente físicos de vanguarda como Amit Goswami.
Certos indivíduos dotados de maior desenvolvimento psíquico ou mediunidade percebiam vórtices de luzes coloridas, sempre nas mesmas áreas do corpo humano. Com o tempo, tais pessoas aprenderam que, através das características de tais luzes (como intensidade, movimento e cores) era possível descobrir detalhes sobre a personalidade e o estado físico e mental da pessoa observada, e, portanto sobre a sua saúde. Experimentos e diversos tipos de tratamentos foram propostos no sentido de tentar curar doenças pela mudança na condição de tais focos luminosos, que sempre se apresentavam em forma de vórtices ou redemoinhos, daí o seu nome chacra, que em sânscrito significa roda. Lembrando que todos eles sem comprovação científica e/ou clínica.
Paralelamente, foi uma surpresa, especialmente para os céticos, constatar que as glândulas ou órgãos físicos encontravam-se exatamente no centro dos vórtices de energia que os médiuns acreditavam existir no corpo. Portanto nada mais natural do que concluir que glândulas e chacras estavam diretamente relacionadas.
Posteriormente a ciência constatou que algumas glândulas possuíam a função de produzir e segregar substâncias no corpo sendo classificadas em dois tipos:
Endócrinas: liberam substâncias diretamente na corrente sanguínea como a tireóide.
Exócrinas: liberam substâncias não na corrente sanguínea, mas em outros órgãos ou até mesmo fora do corpo através de canais como as sudoríparas, salivares e mamárias.
Os principais centros de energia estão ao longo do eixo vertical e central do corpo, geralmente associados a uma glândula endócrina, um grupo de nervos espinhais e a um plexo nervoso autônomo. A maioria dos centros de energia corresponde à organização segmentar do corpo e ao sistema nervoso.
O que nos interessa então falando em saúde são as glândulas endócrinas, bem como certos plexos e órgãos, todos funcionando em harmonia para a perfeita saúde e bem estar do indivíduo. Os centros psíquicos relacionados a ela são em número de doze, sendo sete os principais, o que coincide com o número de chacras, levando a certa confusão. Deve-se ressalvar, no entanto, que os “vórtices de energia” ocorrem em cada célula viva e, portanto no corpo humano seriam trilhões, um para cada célula.
Os sete maiores centros psíquicos endócrinos com funções mais elevadas ou psíquicas são:
Pineal, Pituitária, Tireóide, Timo, Coração, Supra-renais e Plexo Solar.
Os cinco menores com funções mais físicas de nutrição e reprodução são:
Fígado, Pâncreas, Tubo Digestivo, Rins e Gônadas.
Já os chacras também em número de sete são:
Basal ou Genésico: Situado na base da coluna e relacionado com os centros Supra-renais, Rins, Tubo Digestivo.
Sacro ou Reprodutor: Situado nas Gônadas relacionado com o sistema reprodutor.
Solar: Situado no plexo solar aproximadamente meio do abdômen e relacionado ao Pâncreas, Fígado e Vesícula Biliar.
Cardíaco: Situado no Coração e relacionado com o Timo e produção de elementos sanguíneos na defesa imunológica.
Laríngeo: Situado na garganta e relacionado à Tireóide.
Frontal: Situado na pituitária e relacionado com a glândula Hipófise.
Coronário: -Energia Pura - No alto da cabeça, ligado a Pineal e ao Neocórtex sendo considerado ultimamente como o principal centro da vida espiritual e equilíbrio do espírito no corpo físico.
Finalizando o assunto, existe uma correlação íntima dos chacras ou centros de energia com alguns pontos de acupuntura e ultimamente tem crescido muito o número de estudos científicos nesta área. O que se comprovou até agora é que as funções orgânicas tratadas por estes pontos há milhares de anos pelos chineses bate exatamente com as funções dos nervos espinhais e chacras relacionados, tendo uma relação íntima entre eles.
Os pontos relacionados são:
Coronário: VG 20, Frontal: Yintang, Laríngeo: VC 23 e VG 15, Cardíaco: VC 17 e VG 11, Solar: VC 14/15 e VG 9, Sacro: VC 2 e 3, Basal: VC 1 e VG 1.
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A Arte e a Ciência da Cura Magnética Parte I

O uso de imãs como meio de cura tornou-se subitamente um tópico de grande interesse, conforme é evidenciado pelo crescente número de livros sobre cura magnética, produtos magnéticos e reportagens de televisão sobre o uso dos imãs como forma de tratamento.
Vejam só a quantidade de catálogos de compra que subitamente passaram a oferecer cintos ou pulseiras magnéticas confeccionados especificamente para o tratamento de dores lombares ou de articulações artríticas. Este é apenas um caso de moda terapêutica como tantos outros ou existe realmente base científica para os benefícios curativos da terapia magnética?

Segundo a lenda, as propriedades dos imãs foram descobertas acidentalmente por um pastor grego chamado Magnes, o qual, enquanto estava cuidando de seu rebanho, percebeu que os pregos de ferro de suas sandálias estavam sendo misteriosamente atraídos por uma grande rocha por causa de uma força desconhecida e invisível. A atração entre a rocha e suas sandálias com pregos de ferro era tão forte que Magnes teve de usar toda a sua força para livrar o pé do estranho poder. Essa rocha tornou-se conhecida como pedra de Magnes e hoje ela ainda leva o seu nome, pois a chamamos de magnetita. De acordo com a mesma lenda, o espanto de Magnes diante da força dessa grande rocha magnética levou-o a inserir pedacinhos da rocha em suas sandálias, o que lhe permitiu andar por grandes distâncias sem fatigar-se.
Diversas culturas antigas incluindo os chineses, indianos, povos árabes, hebreus e egípcios usaram imãs por causa das propriedades curativas. Personalidades e médicos já faziam uso de seus poderes como Cleópatra, Aristóteles, Galeno, Ibn Sina, Paracelso entre outros.
Muito embora os imãs venham sendo usados com sucesso há muitos séculos no tratamento de uma variedade de problemas de saúde, devemos em última análise responder a seguinte pergunta: “Por que os imãs curam afinal de contas?”
Existe uma variedade de diferentes tipos e características de magnetismo no espectro de campos magnéticos naturais e artificiais. Cada um desses tipos tem o poder de influenciar, aberta ou sutilmente, a biologia humana. Parece que diferentes efeitos biológicos são produzidos conforme os campos magnéticos tenham polaridade norte ou sul, sejam estáticos ou pulsáteis, fortes ou fracos, lentos ou rápidos.
Sabemos que o nosso planeta possui um campo magnético natural denominado, campo geomagnético. Ultimamente se constatou que eles exercem influencia sobre nosso estado de saúde. Cientistas da NASA observaram que astronautas dependiam não apenas da gravidade, mas também do campo magnético da Terra, tendo que desenvolver geradores de campo magnético nas espaçonaves para que eles não adoecessem. Pesquisadores japoneses também observaram isso em prédios onde as estruturas de ferro e aço bloqueavam esse campo magnético, levando os moradores e trabalhadores a desenvolver doenças inexplicáveis. Será que os moradores de regiões próximas a antenas e torres de transmissão não sofrem do mesmo fato?
Conhecedores disso povos antigos criaram estruturas como as pirâmides do Egito e as torres redondas da Irlanda, focalizando o campo geomagnético local de maneira benéfica e altamente específica. Ainda no campo geomagnético tem se estudado a ação de forças magnéticas externas como a Lua e as erupções solares e suas influências no nosso planeta e na nossa saúde. Foram observados aumento de ataques cardíacos, psicoses e perturbações comportamentais (violência) nos períodos de maior atividade eletromagnética desses astros.
Voltando aos imãs, a polaridade norte parece produzir nos tecidos do corpo alterações bioenergéticas e fisiológicas diferentes daquelas produzidas pelo pólo sul, acelerando ou inibindo a cura ou até mesmo estimulando inapropriadamente o crescimento celular.
Já se comprovou três efeitos fisiológicos no organismo com a aplicação dos imãs. O primeiro deles é a anestesia e redução da sensibilidade à dor, causada pela influência magnética nas biocorrentes locais. O segundo é o aumento na circulação sanguínea local, causada pelo fluxo de íons de cálcio através das membranas das células de músculo liso em torno das artérias e arteríolas do corpo e seu conseqüente relaxamento.
O terceiro é o aumento no aporte de oxigênio tecidual devido o processo anterior.
Além do mais, a energia do norte magnético reduziu a sensibilidade geral à dor nas áreas diretamente expostas ao pólo norte do imã. Muitos tipos de dor, especialmente a dor muscular, freqüentemente são associados ao aumento da acidez tecidual na região em torno da dor. A acidez às vezes é causada pelo acúmulo de ácido láctico, um subproduto do metabolismo muscular. Vários pesquisadores têm relatado que a aplicação do pólo norte de um imã numa área de espasmo muscular doloroso produza um significativo alivio da dor. Talvez por meio da redução da acidez do tecido muscular.
Nos processos de cura, as principais aplicações dos imãs estão ligadas à redução de diversos tipos de dor. Os imãs podem ser eficazes para a redução da dor por diversos motivos citados anteriormente entre os quais, a depressão da estimulação nervosa, a diminuição da acidez dos tecidos, a melhora local da circulação sanguínea, a indução de mudanças magnéticas localizadas nos campos etéricos do corpo e até o aumento da quantidade de beta-endorfina (um anestésico natural que segundo as pesquisas recentes, torna-se mais abundante no corpo depois do tratamento com imãs).
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A Arte e a Ciência da Cura Magnética – Parte II

Entrando no campo esotérico, parece que muitas energias vitais evidentes e sutis são de natureza magnética. A própria energia da alma é magnética. O que sabemos é que essas formas de energia vital que foram medidas cientificamente, especialmente as energias sutis associadas à cura, têm uma natureza magnética singular.
A entropia negativa. Isso significa que a energia etérica, a energia da força vital, tem a capacidade de reverter à espiral descendente da entropia. A entropia é o nível de ordem de um sistema e geralmente tem medida positiva. Com o tempo, as coisas naturalmente se tornam mais desordenadas e acabam por entrar em colapso. A entropia negativa, portanto, é a capacidade do magnetismo sutil de fazer com que os sistemas caminhem noutra direção, rumo a um estado de ordem e organização superiores. Conduzindo assim, os sistemas biológicos a um estado fisiológico em que as células e até suas enzimas adquirem um padrão de metabolismo mais organizado, melhor estruturado e mais eficiente. Talvez seja esse o fenômeno sutil explorado pela acupuntura, homeopatia, florais, passes magnéticos, entre outros. A natureza magnética das energias sutis, desde o chi, passando pelas energias astral e etérica, associada ao fenômeno do biomagnetismo e a natureza magnética da própria vida, nos levam a pensar: Será que a terapia magnética não trabalha com a estimulação de algumas das energias vitais naturais, de entropia negativa, que normalmente sustentam e conservam a saúde do corpo físico e mental?
Se os campos magnéticos convencionais e sutis podem influenciar a atividade enzimática mediante a indução de uma tendência entrópica negativa (consertando e aumentando a bioatividade de enzimas danificadas e outras moléculas biológicas) é de se supor que essas energias possam ter propriedades curativas, desde que aplicadas corretamente.
A artrite é uma das causas mais comuns de dor. Embora existam muitos tratamentos farmacológicos para a artrite, todo o medicamento tem seus efeitos colaterais, que vão desde a irritação da mucosa do estômago e a formação de úlceras até a supressão da atividade da medula óssea, passando por alterações da função hepática. Embora novos medicamentos continuem sendo lançados no mercado, a terapia energética pode ser uma ótima alternativa para o alivio das dores nas articulações, pois quando bem empregada, não tem efeito colaterais.
Os pontos magnetizados colados a uma fita adesiva são colocados diretamente em cima dos pontos de acupuntura localizados nas proximidades das articulações. Diga-se de passagem, que a magnetoterapia ficou tão popular no Japão que, em cada seis lares japoneses, pelo menos um faz uso de imãs para uma ou outra forma de cura!
Para tratar síndrome do túnel do carpo, utilizam-se imãs permanentes (com o pólo norte voltado para o corpo) colados com fita adesiva no punho dolorido.
Também as dores nas pernas podem ser tratadas por meio da magnetoterapia, especialmente quando são causadas por problemas nervosos decorrentes de neuropatia diabética ou por problemas circulatórios.
Como já disse as energias magnéticas podem ser usadas de diversas maneiras para curar e reequilibrar o corpo humano. Provavelmente, os instrumentos magnéticos cujo uso é mais seguro são os imãs permanentes. Porém existem alguns cuidados que você deve tomar ao aplicar imãs ao corpo. Eis alguns pontos fundamentais que você deve evitar:

1. Procure não aproximar imãs fortes da sua cabeça. A colocação de imãs de mais de 1000 Gauss contra a cabeça por mais de quinze minutos, especialmente o pólo sul, pode causar dor de cabeça e desequilibrar todo o sistema endócrino do organismo, alem de estimular crises esquizofrênicas.
2. Não trate tumores, infecções ou inflamações com o pólo sul do imã.
3. Não aproxime nenhum imã do abdômen de mulher grávida.
4. Não aproxime nenhum imã da região peitoral de quem usa marcapasso.
5. A exposição contínua a um imã forte pode prejudicar alguns ritmos biológicos normais do corpo.
6. Colchões magnéticos podem no inicio melhorar os sintomas, a maioria tem o pólo norte magnético voltado para o corpo da pessoa, pois diminuem o processo inflamatório, porém com o fim da inflamação, a dor pode ser causada pela degeneração da cartilagem. Neste caso, a energia sul magnética deveria ser utilizada para estimular a regeneração das estruturas enfraquecidas e o pólo norte passa a ser prejudicial. O que pode ser resolvido mudando o colchão de lado. O problema é saber quando mudar!!!
7. Não trate nenhuma doença com imãs caso a polaridade sul ou norte pareça fazer piorar os sintomas, caso isso aconteça é certo que a magnetoterapia não é a melhor forma de tratamento.
8. No geral, não convém usar imãs para acabar com uma dor crônica ou recorrente sem antes consultar um médico. As dores recorrentes podem ser um problema sério que necessitam de um diagnóstico rápido.

Um número cada vez maior de pessoas está começando a fazer experiências com imãs para aliviar a dor, a medicina desportiva descobriu que os imãs podem ser usados para tratar uma serie de distúrbios musculares e ósseos. Uma serie de doenças de depressão ao Mal de Parkinson, estão sendo tratadas com formas experimentais de magnetoterapia. Este ramo da medicina, que já foi equiparado à charlatanice pura e simples, está aos poucos merecendo aceitação da comunidade cientifica em virtude das atuais pesquisas. De todas as formas de tratamento disponíveis hoje em dia, a magnetoterapia talvez seja a mais barata e, quando bem utilizada uma das mais seguras.
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"Não Apresse o Rio, ele corre sozinho"

Saúde e Doença são preocupações constantes da raça humana desde o aparecimento do homem sobre a face do planeta Terra.
Os homens da caverna há milhares de anos no passado, já buscavam meios de “curar” doenças as mais diversas, provavelmente pelo método da experimentação, retirando da natureza ao seu redor, os “remédios” dos quais estavam necessitados.
Os antigos Egípcios possuíam uma medicina extremamente avançada realizando procedimentos como: cesariana, extração de catarata, neurocirurgias, colocações de próteses dentárias, entre outras.
Outra civilização antiga, que desenvolveu uma medicina extraordinária é a civilização chinesa. Para termos uma idéia dos conhecimentos dos antigos chineses, por inscrições em ossos e carapaças de tartarugas das dinastias Yin e Shang com 3000 anos de idade, constam registros medicinais, sanitários e uma dezena de doenças.

Antecipando a questão da doença como um problema advindo da circulação deficitária da “energia vital”, no período anteriormente citado, a medicina chinesa incluía nos seus princípios o estudo do YIN-YANG (positivo/negativo), e do sistema de circulação da energia pelos meridianos do corpo humano, o que resultou no surgimento da acupuntura.
Hoje em dia vivemos num momento histórico e decisivo em nosso processo evolutivo, a se refletir em todos os campos do conhecimento humano.
Na medicina, através do avanço tecnológico, encontramos maior facilidade no diagnóstico e no tratamento das doenças, e observamos um crescente domínio das patologias que assustavam no passado. Surgiram os antibióticos no controle das infecções, a cirurgia evolui em técnicas cada vez mais precisas e menos invasivas, a dor cedeu pela ação dos analgésicos e anestésicos e a pesquisa avança rapidamente no meio científico.
Com o avanço da tecnologia, encontramos meios de aumentar nosso conforto e nossa qualidade de vida.
Entretanto convivemos lado a lado com a desnutrição e a falta de saneamento básico. Inúmeras crianças em todo o mundo morrem por desidratação e maus tratos.
Embora as facilidades da vida moderna, encontramos um homem bastante infeliz, excessivamente preocupado pelo conforto material, pagando um pesado tributo pela constante ansiedade e tensão psíquica.
Não há mais tempo para o diálogo dentro do lar, a educação dos filhos fica em segundo plano, e com isso a vida vai passando e as coisas vão ficando de lado.
Com isso o ser humano, passa a refletir fisicamente este desajuste psíquico, havendo um aumento das doenças psicossomáticas, das neuroses e das psicoses. Fatores esses que levam milhares de pessoas a lotar os consultórios médicos com doenças das mais diversas onde são tratadas como doenças esporádicas e medicamentos sintomáticos.
O índice de suicídio, de violência e de dependência química tornou-se uma preocupação coletiva.
Será que a medicina está sabendo dimensionar a questão e dar a ela uma resposta adequada?
Não podemos pensar no homem somente como um agregado de células, como pensar em saúde sem questionarmos a mente, e como estudarmos a mente sem nos determos a realidade da alma com suas criações mentais.
Através do pensamento mecanicista de Newton houve uma excessiva preocupação com o corpo e a alma passou a ser esquecida, tratando o corpo como uma máquina e suas diversas partes e sistemas.
Como reflexo, embora os avanços conquistados, nos deparamos com uma medicina tateando ainda na superfície sem buscar as causas profundas sediadas na intimidade do espírito. Conseguimos aliviar o corpo, mas esquecemos da alma, conseqüentemente as insatisfações e frustrações humanas continuam aumentando e as necessidades mais básicas da vida ainda permanecem nos afligindo.
Não podemos separar o corpo e a alma, precisamos realmente é tomar consciência do nosso “eu” interior, fundamental para o nosso equilíbrio psíquico e, assim alcançarmos a saúde perfeita.
Quando realmente focamos o objetivo da “cura”, mostrando as nossas fragilidades e nos determinando a enfrentá-las, eis que as sombras desaparecem. Tendo em vista que: expomos os nossos medos à luz. “Não importa a velocidade que caminhamos e sim a direção”. E eu tenho a convicção de que estou na direção certa. Concordo com o que disse Barry Stevens em seu livro: “Não apresse o rio”.
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Pulseiras Power Balance

Power Balance funciona ou não funciona??

Há tempos venho sendo questionado a respeito das pulseiras da moda denominadas Power Balance criadas por cientistas da NASA. .
Confesso que não as conhecia direito a não ser pelo seu crescente uso, a princípio pelos atletas famosos, depois pelos artistas e posteriormente pela população em geral. Hoje se acha em qualquer loja de material esportivo ao preço de R$ 120,00 ou nas bancas dos ambulantes ao preço de R$ 20,00, lógico que falsificadas.
Resolvi entrar no site do fabricante e pesquisar afinal a função das tais pulseiras.

Seguem abaixo minhas conclusões a respeito:

Sabemos que o corpo humano é envolto por um campo eletromagnético (cientificamente falando), o qual recebe diversas denominações. Esse campo eletromagnético, á grosso modo, é uma energia que nos circula com uma determinada velocidade e direção. Ainda não existem dispositivos capazes de mensurar e analisar profundamente este campo constituído principalmente por um elemento eletromagnético chamado ectoplasma ou fluido vital.
Essa energia tem relação direta com o nosso organismo controlando diversas funções orgânicas como: liberação humoral, respiração e batimentos cardíacos, contração motora, etc...Também em mecanismo inverso é diretamente influenciada por mudanças no nosso corpo físico e inclusive pelas nossas emoções e pensamentos.
Terapias consagradas da medicina física como: homeopatia, florais de Bach, Reiki, Acupuntura (parte dela) utilizam como meio de atuação essa energia, conseguindo a muitos anos ótimos resultados no tratamento de pessoas com doenças físicas e emocionais.
Bom...o que isso tem a ver com as pulseiras?? É exatamente nesse campo que elas atuam.
Um dos principais benefícios divulgados pelos cientistas consiste na melhoria do equilíbrio, comprovado através de um teste realizado pelos vendedores. Esse teste é muito semelhante a um teste desenvolvido pelo osteopata e acupunturista Nobutaka Tanaka em 1980. Este teste consiste em através do desequilíbrio aferir a reposta biomecânica do organismo a alterações no campo energético. Essa alteração pode ser conseguida através de um magneto qualquer, um cristal de quartzo ou mesmo uma simples tira de esparadrapo de 3 ou 5 mm colocada no punho do paciente.
Com esse conhecimento Tanaka desenvolveu um método de tratamento denominado Spiral Taping ou Técnica do Esparadrapo, muito utilizada por nós, que consiste na colocação de tiras de esparadrapo em determinadas regiões do corpo e geralmente na direção espiral no sentido da circulação energética para aumentar o potencial energético e dessa forma tratar lesões osteomusculares.(www.ibted.com.br/textos/esparadrapo.doc)
http://www.youtube.com/watch?v=3vHGU4C2o9A

Concluindo, vale ressaltar que estas alterações energéticas como relatadas no início, sofrem alterações positivas ou negativas através de diversos estímulos principalmente pela característica do nosso pensamento.
Então, se ao utilizarmos a pulseira acreditarmos realmente nos efeitos, criaremos alterações no campo eletromagnético conseguindo assim resultados incríveis na contração motora, melhora imunológica, na oxigenação dos tecidos e muito mais. Efeitos esses denominados pela ciência como efeito “placebo”. Porém se por “stress”, desilusões ou outros fatores mudarmos negativamente a característica do nosso pensamento estaremos prejudicando todas aquelas funções orgânicas não adiantando em nada o uso da pulseira.

Essas são as minhas conclusões a respeito, lembrando que são conclusões pessoais e que toda avaliação sobre a eficácia do método necessita de estudos mais aprofundados.
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