Nos dias de hoje classificamos o estresse como a pressão exercida sobre o individuo em forma de carga de energia superior à sua capacidade de resistência emocional, que produz distúrbio de conduta.
Desse modo, qualquer tipo de carga, pressão ou força que se vivencia, passou a ser considerada como passível de natureza estressante.
Numa sociedade competitiva e angustiada como a atual, o fenômeno do estresse generaliza-se em razão do volume de compromissos, da escassez de tempo para atendê-los, da busca desesperada por melhores salários e comodidades, de divertimentos e prazeres, dando lugar a ansiedade, produzindo culpa e desarmonizando a estrutura emocional.
Não apenas as ocorrências aflitivas encarregam-se de inquietar, mas também a ansiedade em torno daquilo que se almeja, pelo que se afadiga, pelas conquistas realizadas que culminam no êxito, por exemplo, no matrimonio, na conclusão de um curso, na aquisição de uma carreira, na gloria de um empreendimento.
A mãe que se afeiçoa ao filho e, na viuvez ou não, se lhe dedica com aferrado sentimento de amor-posse, que se completa emocionalmente através das realizações que ele lobriga, quando o vê crescido, avançando para a independência, para a ruptura do cordão umbilical, passa a estressar-se, a mergulhar no poço da existência sem sentido, porque todas as suas aspirações foram direcionadas para aquele mecanismo de auto- realização, de egotismo exacerbado.
Quando, porem, a morte arrebata o ser querido, sem que tenha havido uma preparação psicológica para o fenômeno do falecimento dos órgãos, é inevitável o transtorno gerado pelo estresse da pressão interna do sofrimento que parece impossível a ser suportado.
A existência humana apresenta-se portadora de um elenco de quase infinitas possibilidades que devem ser experimentadas, a fim de tornar-se digna e merecedora de viver saudavelmente.
As experiências sociais e humanas, os desafios e dificuldades, as lutas e desacertos não deveriam constituir força estressante, porque têm por objetivo amadurecer a capacidade emocional, fortalecendo-a para embates mais vigorosos que devem ser travados até o momento da completude.
Negam-se aos combates que são essenciais para o auto crescimento e valiosos para a visão psicológica da existência humana e suas finalidades libertadoras.
Acumulam ressentimentos em razão de fracassos banais que atribuem aos demais, vivem em torno da infelicidade que mais se encontra na imaginação do que na realidade, tendo em vista o corpo saudável, pelo menos sem infecção nem afecção que deveriam ser aplicados em atividades que o revigorassem, impulsionando os sentimentos a vôos mais elevados na busca de realizações enobrecedoras.
A dependência de outrem e a transferência de suas responsabilidades para alguém, a necessidade de gurus e guias ocultam a comodidade mental, moral e emocional, disfarçada de confiança e de afeto por aqueles que lhes sirvam de condutores. A experiência, no entanto, é pessoal e intransferível, que cada qual terá que vivenciar, a fim de aprender, a semelhança do medicamento que deve ser utilizado pelo paciente que busca a cura e não por aquele que o ama.
Não há lugar nem tempo favoráveis para considerações exageradas, nem para convívios conflitivos, nem para relacionamentos doentios.
Educar, portanto, a mente, o sentimento, constitui dever inicial para a superação de qualquer mecanismo estressante.
As tensões, nada obstante, apresentam-se inevitáveis, em razão do curso dos acontecimentos que não se pode ser detido. Superada uma ocorrência, logo vem outra, isto quando não se atropelam na velocidade dos fenômenos humanos.
A maneira como são analisadas para ser aceitas, responde pela emoção com que são enfrentadas.
Quando ocorrem situações estressantes que são inevitáveis, de imediato cabe-lhe a renovação das idéias, a mudança de realização, a busca do refugio da prece renovadora vitalizando os sistemas físicos e psicológicos, momentaneamente afetados.
Desse modo, é impositivo para preservação ou conquista da saúde, que se estabeleçam períodos para as férias, para relaxamento emocional, o respeito da individualidade de cada individuo, para exercícios físicos liberadores das tensões orgânicas e psicológicas, agilizando o corpo mediante caminhadas, massagens, natação, com a mente liberada dos problemas constritores.
Musicoterapia e socorro fraternal ao próximo representam igualmente recursos valiosos para que a pessoa elimine a sua carga tensional e experimente a alegria de viver e de servir sendo útil.
Ioga, meditação e acupuntura são de extrema importância, pois contribuem para o “relax” e renovação das energias gastas.
A busca da beleza, sob qualquer aspecto, contribui para o retorno ao bem estar, superando o estresse e a inquietação.
Esforçar-se por viver com alegria em qualquer conjuntura é terapia preventiva e libertadora para os males do estresse.
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Desse modo, qualquer tipo de carga, pressão ou força que se vivencia, passou a ser considerada como passível de natureza estressante.
Numa sociedade competitiva e angustiada como a atual, o fenômeno do estresse generaliza-se em razão do volume de compromissos, da escassez de tempo para atendê-los, da busca desesperada por melhores salários e comodidades, de divertimentos e prazeres, dando lugar a ansiedade, produzindo culpa e desarmonizando a estrutura emocional.
Não apenas as ocorrências aflitivas encarregam-se de inquietar, mas também a ansiedade em torno daquilo que se almeja, pelo que se afadiga, pelas conquistas realizadas que culminam no êxito, por exemplo, no matrimonio, na conclusão de um curso, na aquisição de uma carreira, na gloria de um empreendimento.
A mãe que se afeiçoa ao filho e, na viuvez ou não, se lhe dedica com aferrado sentimento de amor-posse, que se completa emocionalmente através das realizações que ele lobriga, quando o vê crescido, avançando para a independência, para a ruptura do cordão umbilical, passa a estressar-se, a mergulhar no poço da existência sem sentido, porque todas as suas aspirações foram direcionadas para aquele mecanismo de auto- realização, de egotismo exacerbado.
Quando, porem, a morte arrebata o ser querido, sem que tenha havido uma preparação psicológica para o fenômeno do falecimento dos órgãos, é inevitável o transtorno gerado pelo estresse da pressão interna do sofrimento que parece impossível a ser suportado.
A existência humana apresenta-se portadora de um elenco de quase infinitas possibilidades que devem ser experimentadas, a fim de tornar-se digna e merecedora de viver saudavelmente.
As experiências sociais e humanas, os desafios e dificuldades, as lutas e desacertos não deveriam constituir força estressante, porque têm por objetivo amadurecer a capacidade emocional, fortalecendo-a para embates mais vigorosos que devem ser travados até o momento da completude.
Negam-se aos combates que são essenciais para o auto crescimento e valiosos para a visão psicológica da existência humana e suas finalidades libertadoras.
Acumulam ressentimentos em razão de fracassos banais que atribuem aos demais, vivem em torno da infelicidade que mais se encontra na imaginação do que na realidade, tendo em vista o corpo saudável, pelo menos sem infecção nem afecção que deveriam ser aplicados em atividades que o revigorassem, impulsionando os sentimentos a vôos mais elevados na busca de realizações enobrecedoras.
A dependência de outrem e a transferência de suas responsabilidades para alguém, a necessidade de gurus e guias ocultam a comodidade mental, moral e emocional, disfarçada de confiança e de afeto por aqueles que lhes sirvam de condutores. A experiência, no entanto, é pessoal e intransferível, que cada qual terá que vivenciar, a fim de aprender, a semelhança do medicamento que deve ser utilizado pelo paciente que busca a cura e não por aquele que o ama.
Não há lugar nem tempo favoráveis para considerações exageradas, nem para convívios conflitivos, nem para relacionamentos doentios.
Educar, portanto, a mente, o sentimento, constitui dever inicial para a superação de qualquer mecanismo estressante.
As tensões, nada obstante, apresentam-se inevitáveis, em razão do curso dos acontecimentos que não se pode ser detido. Superada uma ocorrência, logo vem outra, isto quando não se atropelam na velocidade dos fenômenos humanos.
A maneira como são analisadas para ser aceitas, responde pela emoção com que são enfrentadas.
Quando ocorrem situações estressantes que são inevitáveis, de imediato cabe-lhe a renovação das idéias, a mudança de realização, a busca do refugio da prece renovadora vitalizando os sistemas físicos e psicológicos, momentaneamente afetados.
Desse modo, é impositivo para preservação ou conquista da saúde, que se estabeleçam períodos para as férias, para relaxamento emocional, o respeito da individualidade de cada individuo, para exercícios físicos liberadores das tensões orgânicas e psicológicas, agilizando o corpo mediante caminhadas, massagens, natação, com a mente liberada dos problemas constritores.
Musicoterapia e socorro fraternal ao próximo representam igualmente recursos valiosos para que a pessoa elimine a sua carga tensional e experimente a alegria de viver e de servir sendo útil.
Ioga, meditação e acupuntura são de extrema importância, pois contribuem para o “relax” e renovação das energias gastas.
A busca da beleza, sob qualquer aspecto, contribui para o retorno ao bem estar, superando o estresse e a inquietação.
Esforçar-se por viver com alegria em qualquer conjuntura é terapia preventiva e libertadora para os males do estresse.



















