Biofotns Estresse e Espiritualidade Doentes e Doenças
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Saúde Integral

O pensamento atual a respeito da saúde física compreende que o equilíbrio orgânico é muito mais que a simples ausência de enfermidade. A saúde se expressa de forma integral, na harmonia de três fatores essenciais: equilíbrio físico, mental ou psicológico e satisfação econômica As alterações de qualquer um destes três fatores desencadeiam conflitos, desequilíbrios orgânicos que darão origem a enfermidades de variadas etiologias.
Vivendo numa sociedade geradora de ansiedades e insatisfações pelo excesso de competitividade, valorização excessiva dos bens materiais, caímos no desequilíbrio mental que leva a área física a sofrer doenças variadas.
Segundo os psiquiatras e psicólogos, não há fronteiras nítidas entre a saúde mental e os estados mórbidos, por ser muito tênue a linha divisória entre a insanidade e a normalidade. Para muitas pessoas sentir-se desesperado ou infeliz é motivação para desequilibrar todo o organismo físico. Outros resistem com maior equilíbrio às dificuldades e obstáculos da vida, evitando que a enfermidade se transforme em sintomas de maior gravidade.
As enfermidades da alma, refletidas no corpo físico são as mais fáceis de serem sanadas, pois o indivíduo será obrigado a reparar e lidar com elas imediatamente, enquanto as enfermidades morais refletidas no comportamento humano desequilibrado e insano, expressando transtornos mentais graves, são geradoras de crimes, atos de suma perversidade que trazem desequilíbrio para o meio social e conseqüências que podem se estender por muito tempo. Estas enfermidades causadoras de sofrimento e dores morais para todos os que sofrem suas agressões serão radicadas somente quando o espírito portador destas mazelas se dispuser a mudar a sua vida, transformando a maldade em bondade, o desespero em esperança e o ódio em amor.
Fomos criados para viver em sociedade, nos conduzindo a entender que a saúde integral resulta na harmonia do corpo e da mente, de nossa capacidade de viver de forma produtiva nesta sociedade, desenvolvendo nossas potencialidades e mantendo um relacionamento saudável com nosso próximo, buscando no amor e no respeito os meios eficazes para sanar as tendências doentias que afloram quando somos contrariados ou testados nas lutas do dia a dia.
Ainda estamos distantes de uma saúde perfeita e integral, mas já conhecemos o caminho e isto aumenta nossa responsabilidade ante as leis da vida.


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Estresse - Parte 2

Nos dias de hoje classificamos o estresse como a pressão exercida sobre o individuo em forma de carga de energia superior à sua capacidade de resistência emocional, que produz distúrbio de conduta.
Desse modo, qualquer tipo de carga, pressão ou força que se vivencia, passou a ser considerada como passível de natureza estressante.
Numa sociedade competitiva e angustiada como a atual, o fenômeno do estresse generaliza-se em razão do volume de compromissos, da escassez de tempo para atendê-los, da busca desesperada por melhores salários e comodidades, de divertimentos e prazeres, dando lugar a ansiedade, produzindo culpa e desarmonizando a estrutura emocional.
Não apenas as ocorrências aflitivas encarregam-se de inquietar, mas também a ansiedade em torno daquilo que se almeja, pelo que se afadiga, pelas conquistas realizadas que culminam no êxito, por exemplo, no matrimonio, na conclusão de um curso, na aquisição de uma carreira, na gloria de um empreendimento.
A mãe que se afeiçoa ao filho e, na viuvez ou não, se lhe dedica com aferrado sentimento de amor-posse, que se completa emocionalmente através das realizações que ele lobriga, quando o vê crescido, avançando para a independência, para a ruptura do cordão umbilical, passa a estressar-se, a mergulhar no poço da existência sem sentido, porque todas as suas aspirações foram direcionadas para aquele mecanismo de auto- realização, de egotismo exacerbado.
Quando, porem, a morte arrebata o ser querido, sem que tenha havido uma preparação psicológica para o fenômeno do falecimento dos órgãos, é inevitável o transtorno gerado pelo estresse da pressão interna do sofrimento que parece impossível a ser suportado.
A existência humana apresenta-se portadora de um elenco de quase infinitas possibilidades que devem ser experimentadas, a fim de tornar-se digna e merecedora de viver saudavelmente.
As experiências sociais e humanas, os desafios e dificuldades, as lutas e desacertos não deveriam constituir força estressante, porque têm por objetivo amadurecer a capacidade emocional, fortalecendo-a para embates mais vigorosos que devem ser travados até o momento da completude.
Negam-se aos combates que são essenciais para o auto crescimento e valiosos para a visão psicológica da existência humana e suas finalidades libertadoras.
Acumulam ressentimentos em razão de fracassos banais que atribuem aos demais, vivem em torno da infelicidade que mais se encontra na imaginação do que na realidade, tendo em vista o corpo saudável, pelo menos sem infecção nem afecção que deveriam ser aplicados em atividades que o revigorassem, impulsionando os sentimentos a vôos mais elevados na busca de realizações enobrecedoras.
A dependência de outrem e a transferência de suas responsabilidades para alguém, a necessidade de gurus e guias ocultam a comodidade mental, moral e emocional, disfarçada de confiança e de afeto por aqueles que lhes sirvam de condutores. A experiência, no entanto, é pessoal e intransferível, que cada qual terá que vivenciar, a fim de aprender, a semelhança do medicamento que deve ser utilizado pelo paciente que busca a cura e não por aquele que o ama.
Não há lugar nem tempo favoráveis para considerações exageradas, nem para convívios conflitivos, nem para relacionamentos doentios.
Educar, portanto, a mente, o sentimento, constitui dever inicial para a superação de qualquer mecanismo estressante.
As tensões, nada obstante, apresentam-se inevitáveis, em razão do curso dos acontecimentos que não se pode ser detido. Superada uma ocorrência, logo vem outra, isto quando não se atropelam na velocidade dos fenômenos humanos.
A maneira como são analisadas para ser aceitas, responde pela emoção com que são enfrentadas.
Quando ocorrem situações estressantes que são inevitáveis, de imediato cabe-lhe a renovação das idéias, a mudança de realização, a busca do refugio da prece renovadora vitalizando os sistemas físicos e psicológicos, momentaneamente afetados.
Desse modo, é impositivo para preservação ou conquista da saúde, que se estabeleçam períodos para as férias, para relaxamento emocional, o respeito da individualidade de cada individuo, para exercícios físicos liberadores das tensões orgânicas e psicológicas, agilizando o corpo mediante caminhadas, massagens, natação, com a mente liberada dos problemas constritores.
Musicoterapia e socorro fraternal ao próximo representam igualmente recursos valiosos para que a pessoa elimine a sua carga tensional e experimente a alegria de viver e de servir sendo útil.
Ioga, meditação e acupuntura são de extrema importância, pois contribuem para o “relax” e renovação das energias gastas.
A busca da beleza, sob qualquer aspecto, contribui para o retorno ao bem estar, superando o estresse e a inquietação.
Esforçar-se por viver com alegria em qualquer conjuntura é terapia preventiva e libertadora para os males do estresse.
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A espiritualidade no câncer


O câncer tem sido uma das principais causas de morte nos países desenvolvidos e mesmo sabendo que atualmente, aproximadamente 50% dos casos de câncer são curáveis, os tratamentos oferecidos estão em processo contínuo de aperfeiçoamento. Desta forma, a quimioterapia tem alcançado vitórias e derrotas. Entre as vitórias temos os tantos casos de remissão da doença ou de redução de tumores. E entre suas derrotas estão os efeitos colaterais, que incluem problemas gastrintestinais, depressão imunológica e diminuição de plaquetas.
É importante pensar que, infelizmente, os medicamentos quimioterápicos não agridem somente o tumor, mas também células saudáveis do organismo e, por isso, tantos sintomas indesejáveis podem aparecer durante o tratamento.
Contudo, há uma maneira bastante razoável de pensar em todas essas reações indesejadas quando aparecem: “o tumor está sendo atacado e isso é bom para mim, para o sucesso do meu tratamento”. É claro que todas as reações devem ser controladas, monitoradas pelo médico e sua equipe, mas o pensamento deve sempre direcionar o paciente em tratamento à sua própria cura.
Assim, a doença leva o ser humano a deparar-se com seus valores e com questões como a existência e a proximidade da morte. Nessa perspectiva, a religião e a espiritualidade empreendem o esforço de significar essa nova deman¬da apresentada para o paciente, buscando compreender a própria doença, o sofrimento, a morte e a existência.
A espiritualidade é entendida, como uma forma de ação e de atitude diante do mundo; uma espiritualidade que nos possibilite ver a temporalidade das coisas, para entendermos que a vida se constitui numa oportunidade para crescermos e aceitarmos nossas limitações, nosso envelhecimento e nossa mortalidade.
Uma das melhores maneiras de alcançar o sucesso no tratamento contra o câncer é detectar a doença ainda em estágio inicial, mas encarar a doença de frente também faz parte luta. As pessoas de atitude otimista e que brigam pela vida têm mais chance de alcançar um bom resultado no tratamento do câncer. O humor interfere na qualidade do sistema imunológico, responsável por combater células em mutação e proteger nosso organismo. A genética pode predispor a pessoa a desenvolver um câncer, mas se o sistema imunológico estiver fortalecido, as células serão eliminadas no momento em que sofrerem mutação.
Atitude positiva isoladamente não basta, principalmente quando se está diante de uma doença grave. Ela deve estar inserida no contexto de uma relação de cumplicidade com seu médico. O bom profissional é o que alia o conhecimento técnico com uma relação humanizada e um olhar abrangente sobre a pessoa. É importante que o paciente seja visto como um indivíduo, que tem uma biografia, uma história de vida, valores, crenças, medos e angústias - e vice-versa, pois o médico também tem suas limitações.
Concluindo, devemos estar preparados para encarar a doença de frente, com pensamento positivo, sem ficarmos nos lamentando do “porque aconteceu justo comigo”. Talvez, se pensarmos não no porque, mas no que colaborei com a doença e como farei para mudar isso daqui para frente, já teremos encontrado a cura, seja qual for o final da história.

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Biofótons


Os biofótons foram descobertos pelo soviético Alexander G. Gurvich, em 1923, que os denominou de “raios mitogenéticos”, uma vez que ele estava estudando o processo de diferenciação no desenvolvimento celular.
Mesmo em 1985, o grande biofísico soviético Volkenshtein escrevia: “As tentativas, que se prolongaram por uma série de anos, de descobrir essa radiação por métodos físicos exatos não conduziram ao êxito. A existência de raios mitogenéticos não se afirmou, por isso seu estudo há tempos foi abandonado. Do mesmo modo foram falsas outras comunicações sobre as radiações ultravioletas específicas, originadas em outros processos biológicos”.
Os biofótons, ou emissões ultra fracas de fótons por sistemas biológicos, são fótons de luz ( intensidade muito baixa) que estão no intervalo óptico do espectro eletromagnético, ou seja, constituem a luz emitida por esses sistemas. Seus comprimentos de ondas correspondem ao vermelho, ao amarelo, ao verde, etc. Podem, também, exibir comprimentos de ondas menores, com freqüências mais elevadas, como a da radiação ultravioleta. Todas as células vivas de plantas, animais e seres humanos emitem biofótons que não chegam a serem vistos pelo olho nu, mas que podem ser notados e medidos por meio de equipamentos especiais desenvolvidos, principalmente, por pesquisadores alemães.
A emissão de luz é uma expressão do estado funcional do organismo vivo e a medida dessa emissão pode, portanto, ser usada para se ter um acesso a esse estado. Células cancerosas e células sadias do mesmo tipo, por exemplo, podem ser discriminadas pelas diferenças típicas da emissão de biofótons. É bom guardar esse exemplo na memória. Depois de uma década e meia de pesquisa básica sobre essa descoberta, biofísicos de vários países europeus e asiáticos estão explorando agora as aplicações muito interessantes que percorrem campos tão diferentes como pesquisas sobre o câncer, diagnóstico médico precoce não-invasivo, testes de qualidade de comida e água, testes químicos e eletromagnéticos de contaminação, comunicação entre células e várias aplicações em biotecnologia.
A descoberta da emissão biofotônica também deu respaldo científico a alguns métodos não convencionais de cura baseados no conceito da homeostase (auto regulação do organismo), tais como várias terapias somáticas, homeopatia e acupuntura. A energia “chi” circulando pelos canais do nossos corpos (meridianos) de acordo com a Medicina Tradicional Chinesa regula as funções do nossos corpos e pode estar relacionada com as linhas nodais do campo biofotônico do organismo. A “prana” da fisiologia da Ioga Indiana pode ser uma força energética similar reguladora que tem sua base nos biocampos eletromagnéticos fracos e coerentes.
Em 2003 foi publicada uma monografia usada como texto para a obtenção do título de Mestre junto à FMUSP, de autoria do médico Ricardo Monezi Julião de Oliveira. O trabalho tem o título: “Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos”. Vamos ver o resumo do próprio autor:
“Estudamos a impostação de mãos sobre camundongos, avaliando parâmetros hematológicos e imunológicos. Nossos resultados demonstraram nos animais que receberam a impostação de mãos uma diminuição significativa do número de plaquetas, elevação do número de monócitos na leucometria específica, elevação da atividade citotóxica de células não aderentes com atividade NK (Células Natural Killer) e LKA (Células matadoras ativadas por linfócitos). Os grupos controle e placebo não mostraram qualquer alteração. Os resultados encontrados nos levam a concluir que há uma alteração fisiológica decorrente à impostação de mãos e que há que se estudar por que ela ocorre.”
Verificou-se que usando um grupo de sessenta camundongos machos, divididos em três sub-grupos, sendo um de controle, outro simulando algo como impostação e o terceiro sendo o de verdadeira impostação de mãos, no caso da reação a uma situação preparada de indução da presença de bócio, quando da retirada da ministração de iodo aos animais, apareceram os resultados apresentados. O que necessita ser explicado é o resultado da aplicação de algo que se pode definir como passe magnético, passe mesmeriano, passe utilizado na Medicina Tradicional Chinesa e outras terapias alternativas ou complementares. Não basta afirmar que durante a impostação de mãos é transferida uma certa quantidade de energia sutil. A hipótese mais evidente que se coloca é a de que a energia fornecida quando da impostação de mãos vem dos biofótons emitidos pelo pesquisador. No caso em pauta, este administrou passes de cerca de quinze minutos de duração, durante quarenta e cinco dias.
Não foi incluído especificamente entre os tipos de passes o passe espírita, pois este depende de outro fator que é a parte espiritual. O passe espírita é considerado como um passe misto: parte orgânico e parte espiritual. Neste tipo de passe deveriam ser incluídos os biofótons oriundos da parte física e os da parte perispiritual, que pertencem a outro quimismo. É possível que o campo biofotônico seja também responsável por várias outras formas de energia sutil encontradas nas medicinas alternativas, como a acupuntura e a homeopatia, ou seja, um campo informacional.
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Espiritualidade no paciente em diálise


A doença renal é considerada um grande problema de saúde pública devido a suas altas taxas de morbidade e mortalidade. Atualmente, no Brasil, existem mais de 54 mil pacientes em terapia renal substitutiva, conforme o Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia de 2002, sendo aproximadamente 50 mil em hemodiálise. Apesar de os tratamentos disponíveis nas doenças renais terminais substituírem parcialmente a função renal, aliviarem os sintomas da doença e preservarem a vida do paciente, nenhum deles é curativo.
Os avanços tecnológicos e terapêuticos na área de diálise contribuíram para o aumento da sobrevida dos renais crônicos, sem, no entanto, possibilitar-lhes o retorno à vida em relação aos aspectos qualitativos. Esses pacientes, que dependem de tecnologia avançada para sobreviver, apresentam limitações no seu cotidiano e vivenciam inúmeras perdas e mudanças biopsicossociais que interferem na sua qualidade de vida, tais como: a perda do emprego, alterações na imagem corporal, restrições dietéticas e hídricas.
Muito se estuda das alterações patofisiológicas do paciente dialítico, mas recentemente tem despontado a íntima relação entre distúrbios psiquiátricos e doença renal.
As primeiras três décadas da diálise foram para aumentar a sobrevivência dos pacientes. O desafio para os próximos 30 anos será entender a associação entre fatores psicossociais e evolução dos pacientes, o que inclui ajustamento, adesão, morbidade e mortalidade.
Os distúrbios psiquiátricos nesses pacientes têm sido objetivo de vários trabalhos recentes que demonstram uma prevalência entre 5 a 22% dependendo dos critérios diagnósticos usados. Quase metade dos pacientes em diálise possuem sintomas depressivos e destes, 25% chegam a preencher critérios para depressão. Da mesma forma, de 20 a 40% dos pacientes preenchem critérios para ansiedade. A qualidade de vida dos dialíticos também é prejudicada e é motivo de inúmeras pesquisas no intuito de promover uma melhoria em suas condições de vida e conforto.
Nesse contexto atual de prevalência cada vez mais acentuada de comorbidades e pacientes em diálise, encontra-se o papel da religião. Os pacientes que possuem doenças crônicas e muitas vezes incuráveis apegam-se a fé e ao ato religioso como forma de encontrar um apoio e um alívio para sua dor.
Atualmente são demonstradas associações entre maior religiosidade e espiritualidade com as doenças mentais, entre elas: maior bem-estar geral, menores prevalências de depressão, abuso de drogas, suicídio, melhor qualidade de vida, maior "coping" (modo de lidar com os fatores estressantes), menor mortalidade, menor tempo de internação e até melhor função imunológica. Sendo assim, torna-se importante (ainda mais em um país como o Brasil, em que 92,6% possuem uma religião e aproximadamente 90% costumam frequentar a igreja) verificar a relação da espiritualidade e religiosidade nos pacientes em diálise.
Na realidade brasileira, poucos estudos abordaram essa questão. Publicado no ano de 2009, Paula et al. realizaram um estudo qualitativo avaliando quatro famílias de crianças em diálise peritoneal e a descrição de manifestações de espiritualidade e religiosidade. Durante os depoimentos, foi identificado nos relatos das mães que "Deus é a esperança de cura da doença crônica" e que "Deus pode protegê-las (crianças) de complicações clínicas". Houve ainda um forte envolvimento da igreja com as famílias por meio de orações para a recuperação da criança. Os autores caracterizam a religião como a fornecedora de "conforto aos membros da família, sendo também uma forma de apoio", assim como "a religião promove interação social e apoio entre familiares e os membros da sociedade" e declaram que "a espiritualidade e a religião se mostraram como uma influência positiva no comportamento dos pais de crianças com doenças crônicas. Os familiares buscam na figura divina a sensação de paz e tranquilidade". Como conclusão, este estudo aponta que "conhecendo as práticas religiosas e espirituais da família, o enfermeiro poderá compreender suas atitudes perante o processo de adoecimento e terapêutico, auxiliando-a a manter práticas que promovam a saúde".
Outro estudo brasileiro em andamento é o SALUD (Spirituality and Life Under Dialysis), de caráter multicêntrico, que envolve três unidades de diálise (Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo, Unidade de Nefrologia de Osasco e Hospital Stella Marris, em Guarulhos). Os resultados parciais do estudo foram divulgados no XV Congresso Paulista de Nefrologia, em 2009. Até o presente momento foram avaliados 55 pacientes, média de 52,6 anos; 60% do sexo masculino. Quanto à religião: 54,5% eram católicos; 27,3%, evangélicos; e 3,6%, espíritas; 40,8% referiram frequentar o templo religioso com frequência; 81,8% rezavam uma vez por dia ou mais; 68,5% acreditavam que a religião era muito importante na sua recuperação; e 60,4% para sua vida. Obteve-se uma correlação da menor frequência religiosa com maior presença de dor e maior nota da dor. Dos que frequentavam pelo menos uma vez por semana o templo religioso, 21,1% possuíam depressão, contra 44% dos que frequentavam menos. Daqueles que relataram que a religião era muito importante nas suas vidas, 56% possuíam qualidade de vida boa ou ótima, contra 36,8% dos que não a julgavam tão importante, com tendência à significância à medida que a amostra aumentava de tamanho. Quando os pacientes foram questionados se gostariam que os médicos perguntassem sobre sua religião, 59,3% disseram que sim, e quando questionados se já haviam sido abordados por algum médico, 74,1% disseram que não, mostrando uma barreira entre os anseios do paciente em diálise e a conduta médica. Esse resultado é compatível com outros estudos internacionais, em que 83% dos pacientes gostariam que seus médicos abordassem sua espiritualidade e 94% dos pacientes gostariam que o médico perguntasse sobre suas crenças religiosas se ficassem gravemente doentes.
A espiritualidade e a religiosidade possuem um papel importante para o paciente em diálise. Mostra-se relacionada com pontos importantes na própria relação médico-paciente, qualidade de vida e enfrentamento da doença, devendo ser considerada pelos profissionais que assistem esse tipo de paciente.
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ESTRESSE E ESPIRITUALIDADE


Este é um tema muito interessante e muito atual, o que nos mostra que quanto mais avançam os estudos sobre a nossa mente, mais nos aproximamos do nosso passado e da nossa espiritualidade.Segundo publicações da Dra. Marlene Rossi Severino Nobre, renomada pesquisadora do meio, o estresse para o grande publico é uma situação psicologicamente agressiva que repercute no corpo. Este, porém, é apenas um dos aspectos do estresse.
A sua versão psicossomática, há outros, porém, a serem considerados.
Na verdade, o ser humano vive em estado de estresse permanente, bombardeado por fatores estressantes diversos - físicos, psicoemocionais, e espirituais - que lhe exigem constante adaptação ao mundo que o cerca.
Os fatores estressantes emocionais tanto podem ser tristes, como a morte de um ente querido, o desemprego, quanto felizes, como o sucesso do atleta ou as alegrias do reencontro - todos desencadeiam, do mesmo modo, os mecanismos e as conseqüências do estresse. O mesmo acontece em relação aos abalos nervosos, como no estado de cólera, medo, etc., assim como frente aos fenômenos físicos nocivos como: frio, calor, fadiga, agentes tóxicos ou infecciosos, jejum, exercícios físicos exagerados, etc.
Na verdade, o estresse é a resposta não específica que o corpo dá a toda demanda que lhe é feita. Ele corresponde à interação entre uma força e a resistência do organismo a esta força. É o complexo de agressão e reação.
Exemplificando, os fatores estressantes estão presentes na vida de todas as pessoas, porém cada indivíduo reage diferentemente do outro, criando então, fatores específicos individuais próprios de cada um denominados como “coping”.
A medicina hoje considera a doença como sendo a resultante da agressão mais a reação não específica, mais reação específica. Isto pode ser resumido em estresse mais coping. Desse modo, considera-se a originalidade própria das reações específicas ao agente estressor, superpostas às reações não específicas do estresse, criando a diversidade dos aspectos clínicos.
Em 1936, Hans Selye, descobridor do estresse, publicou os seus primeiros trabalhos sobre o assunto. Em 1950, descreveu a Síndrome Geral de Adaptação - com seus aspectos bioquímicos e endócrinos, mostrando qual a reação não específica do organismo às agressões do mundo exterior.
Na reação de alarme, a primeira resposta do organismo ao estresse, entra em ação o sistema hipotálamo-simpático-adrenérgico que prepara o organismo para a luta ou fuga. Entram em jogo a adrenalina e a noradrenalina, com isso, há muita produção de glicogênio, taquicardia, respiração acelerada, concentração do sangue nos vasos principais e nos músculos estriados, inibição dos sistemas digestivo, sexual e imunológico.
Depois disso, outro sistema vai entrar em jogo, o hipotálamo com produção de ACTH e corticóides.
Esses sistemas entram em funcionamento na fase de reação e o organismo pode sofrer esgotamento ou entrar na fase de exaustão, tendo como resultado final doença e morte. São inúmeras as doenças de adaptação, entre elas, hipertensão, úlcera, hemorróidas, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes, enxaqueca, etc.
Hoje, como avanço dos estudos, considera-se o sistema limbo-hipotálamo-hipófiso-suprarrenaliano (LHHS). Através do hipotálamo, são liberado o CRF (Fator de liberação corticotrófico – “Corticotrophin Releasing Factor”) e a Argenina Vasopressina (AVP) - que determinam a liberação de ACTH pela hipófise e esta o cortisol pela supra-renal.
Com vemos, o estresse está ligado ao centro das emoções no hipotálamo, assim é importante o estudo de fatores como o medo, a raiva, nos seus mecanismos e reações. Assim, quando o indivíduo sente raiva, por exemplo, é como se ele estivesse diante de um predador, de um perigo iminente e isto desencadeia a reação.
Como vimos, cada indivíduo tem uma reação específica frente ao estresse. Ele coloca suas estratégias de ajuste cognitivas e comportamentais, o "coping", para fazer face aos agentes estressores.
As pesquisas têm demonstrado que doenças como depressão estão absolutamente ligadas ao estresse. Investigação ampla, realizada em 52 países, da qual participou o Dr. Alvaro Avezum, do Brasil, acerca dos fatores de risco da doença cardíaca, demonstrou que os psico-sociais entram em mais de 30% dos casos.
O estresse é o campo da medicina que reunifica corpo e alma e o seu estudo está, portanto, intimamente ligado a espiritualidade.
O nosso cérebro tem três áreas distintas: a inicial, onde habita o automatismo e que está no plano subconsciente, a do córtex motor que engloba as conquistas do hoje e está na área do consciente e a dos lobos frontais que representam o ideal e a meta superiores e estão vinculados ao superconsciente.
Portanto, vemos o mundo através de três cérebros distintos.
Aprendemos também que somos seres em evolução, quanto mais perto nos encontramos da animalidade mais agimos com instintos e sensações. Com o passar do tempo, e a evolução espiritual conseqüente, passamos a ter sentimentos, sendo o amor, o mais sublimado deles.
Se estamos escravizados aos instintos, a maneira pela qual fazemos face aos fatores estressantes é muito primitiva e resulta quase sempre em doenças.
Aprendemos também que é preciso humildade para vencer a animalidade inferior. Infelizmente, porém, em nossas relações em sociedade e no lar estamos muito longe desse sentimento sublime que está intimamente ligado ao amor.
Assim, a fé é importante porque abre as portas do coração para sentir e viver o amor divino em nossas vidas.
Através da oração, da meditação, da compreensão do valor da dor, temos a possibilidade de conhecermo-nos a nós mesmos e a reagirmos de forma mais equilibrada às tensões da existência humana. Compreendemos, igualmente, que é preciso treino para o perdão e para eliminação da raiva, da inveja, da mágoa e de outros sentimentos negativos.
A nossa busca da paz para viver no lar, no ambiente de trabalho, dentro da sociedade tem de ser centralizada em Jesus, o Médico das Almas, que afirmou ter a paz verdadeira para nos oferecer.
Chico Xavier disse com muita sabedoria: "A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido."
Para vencer positivamente o estresse é preciso guardar a paz, tê-la como patrimônio e esta pacificação interior que é responsável pelo sucesso do "Coping", só será uma conquista definitiva quando houver harmonia entre os três cérebros.
Para isso, no entanto, é imprescindível não esquecer que é preciso fé em Deus e obediência às Suas Leis.
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DOENTES E DOENÇAS


Por enquanto, estamos todos doentes, conduzindo conosco doenças aflitivas que nos convém cultivar.
Doentes, porque, perseverando no egoísmo, mantemos os germes destruidores que se chamam ira, vaidade, ciúmes...
Doentes, porque, nos comprazemos, quando feridos, em também ferir; angustiados, desferir dardos de mau humor; aflitos, espalhar inquietações.
Doentes, porque clareados pela fé nobre e pura, povoamos a mente de sonhos ilusórios e esquecemos os deveres primaciais da procura interior com o firme propósito de melhoria incessante.
Doentes, porque conservamos o azedume, cultivamos maledicências.
Doentes, porque não sabemos; enfermos e ignorantes que somos, aproveitar o tempo de que dispomos, valorizando as oportunidades que nos são oferecidas.
Para bem viver e conviver é preciso, antes de tudo, que haja respeito pelo modo de ser de cada um.
“A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente está muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.” Padre Fábio de Melo.
Portamos doenças, sim, de variada nomenclatura. Pois:
Amando – impomos condições ao amor;
Amados – contaminamos de aflições quem nos ama;
Servindo – desejamos servir como nos agrada;
Servidos – alegamos ineficiência no serviço;
Alegres – esperamos que todos se alegrem conosco;
Tristes – gostamos que os demais participem de nossa tristeza, normalmente injustificável.
“As pessoas criam regras que não cumprem, impõem comportamentos que não têm, esperam o respeito que não dão e ditam princípios que não seguem”. Angela G. A. Beirão.
Somos espíritos doentes em tratamento difícil, por agradar-nos a condição de infelicidade que nos é a tônica favorita.
Todavia, Jesus é o médico divino e Sua sabedoria é o medicamento eficaz de que podemos utilizar com resultados imediatos.
Se, entretanto, no tumulto do dia a dia, houvermos perdido os ouvidos para escutá-lo ou o paladar para o pão dos seus ensinamentos, busquemos um rochedo solitário, longe das atribulações, no centro de uma ilha, e façamo-nos receptivos.
Tal rochedo e tal ilha são a prece e a meditação ao alcance de todos.
Seja o que for que peçais na prece, crede que o obtereis e concedido será o que pedires.
(Marcos Cap. XI, v. 24).

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Corpo


Por mais ásperas repontem as provações no curso incessante das horas durante a vida física, o corpo não pode ser sacrificado em holocausto à revolta, como solução dos problemas que a invigilância arquitetou e que se manifestam como ímpetos algozes.Organizado pela excelsa mercê da Providência, para servir de santuário no princípio espiritual em evolução, atinge, na espécie humana, o clímax da sua destinação.
Para que nele o espírito habite e através dele se manifeste, trilhões de vidas microscópicas se harmonizam em perfeito intercâmbio, gerando equilíbrio e atendendo a determinações da própria estruturação.
Resultado de experiências multimilenárias nos laboratórios da natureza é digno do mais alto respeito, a fim de ser preservado integralmente na contextura em que se apresenta.
Preparado desde o momento da concepção para atender as finalidades da evolução espiritual, é laboratório de contínuos ensaios, através dos quais milhões e bilhões de células, em circuitos especializados, oferecem valiosas contribuições para o êxito das atividades a que se destina.
Mantido por equipamento eletrônico que assegura a consolidação da forma, é suscetível de desarranjos, quando se desmantelam os comandos psíquicos a se expressarem no sistema nervoso, através dos aparelhos central, periférico e neurovegetativo. Originário esse sistema nervoso da placa neural, que é uma lâmina do ectoderma ou gástrula, após incontestáveis adaptações ao ambiente e atendendo às exigências funcionais, ditadas pelo espírito reencarnante, alcança o seu maior grau de evolução, agindo através de respostas próprias aos estímulos que lhe são enviados do exterior. Essa função, que é desempenhada pelos diversos órgãos receptores e efetores, tanto quanto pelos estímulos que dirige à medula espinhal e ao encéfalo, que associa as diversas e várias sensações que o córtex cerebral interpreta, constitui a faculdade intelectual, pela qual a razão se expressa.
Todos os choques violentos que a intemperança produz atinge-lhe os centros vitais e desequilibram-no. Sensível às mefíticas vibrações da cólera, do ódio, do ciúme e das paixões desordenadas, necessita do eficiente concurso do amor, das expressões da prece e da meditação para cumprir o sublime desiderato a que se destina.
Nele a vida responde aos desígnios da misericórdia de Deus de maneira providencial e sábia.
Nenhum dissabor pode atingir a sua desorganização violenta sem que ocorram conseqüências imprevisíveis para o autocida.
Tudo nele se expressa à sabedoria com que foi elaborado. Se um estilete pontiagudo o pica, centenas de preciosos capilares são destruídos; outros tantos, porém, se formam instantaneamente. Se uma lâmina o fere, imediatamente delicada ramificação de fibrina se estende sobre o corte e prende as plaquetas, elaborando um coágulo tampão, que impede a hemorragia, sem o que a morte seria inevitável...
Os capilares, embora microscópicos, permitem na sua estrutura e porosidade que o oxigênio do sangue os atravesse numa direção, enquanto as escórias, tais como o gás carbônico, água e os detritos resultantes do metabolismo proteico, passam noutro sentido.
O coração, essa incomparável bomba eletromuscular, que mantém o sangue em circulação através dos seus dois circuitos principais (coração-cérebro-coração e coração-pé-coração), funcionando ininterruptamente numa vida de 70 anos, pulsa cerca de dois bilhões e meio de vezes, sem cessar, sem pausa para reparo, excetuando-se ligeiro descanso entre a sístole e a diástole!
Qualquer interrupção do curso natural de sua finalidade ou qualquer ultraje à sua estrutura física ou fisiológica se transforma em flagício para quem a tanto se atreva.
Amá-lo, preservando-lhe as finalidades santificantes, é dever mínimo, por ser ele degrau de ascensão a felicidade.
É comparável a semente que, naturalmente despedaçada na terra, com espontaneidade generosa liberta a vida que encerra em embrião, ou à flor que, desabrochada, desencarcera o pólen da vida. Ele também, gasto nos nobres e elevados misteres para que foi edificado, descerra os painéis da imortalidade ao espírito que retorna livre do presídio ao pais de ventura donde saíra antes para a conquista da felicidade real.


Divaldo Pereira Franco
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O ADOECER


Segundo as atuais definições, um indivíduo saudável é aquele que possui completo equilíbrio do corpo, mente e espírito.
Quando acontece qualquer desequilíbrio em um desses aspectos, estes se refletem nos outros dois aspectos anteriores, gerando nossas doenças. Uma alteração no plano físico por menor que seja principalmente os dolorosos, depois de certo tempo se estendem ao plano mental causando depressões, alterações no convívio social, no trabalho, entre outros.
Uma alteração no plano mental causado por raiva, decepção ou medo, por exemplo, em longo prazo, costumam causar doenças psicossomáticas com repercussões no plano físico.
Uma alteração no plano espiritual costuma gerar repercussões em ambos planos por falta de motivação em superar os obstáculos do dia a dia, estilo de vida prejudicial, entre outros.
Outra forma de se interpretar a nossa saúde mais sutilmente é classificá-las em 4 fases.
A doença no nível energético, quando o paciente apresenta uma queixa e a investigação médica não encontra uma causa que a justifique, costuma ser bastante estudada na medicina chinesa principalmente na acupuntura, onde o acupunturista treinado já é capaz de identificá-la e conseqüentemente tratá-la evitando e sua progressão.
Já o processo de adoecer no nível inflamatório, a medicina é capaz de verificar um exame positivo que indica um processo inflamatório ou o paciente apresenta uma limitação funcional, dificultando que realize uma determinada atividade.
Não havendo uma intervenção adequada, o paciente pode adentrar o estágio seguinte, o nível degenerativo, com alterações celulares “definitivas”.
Todo esse processo de aprofundamento da doença está originado em um patamar mais sutil, o nível mental.
O processo de adoecer pode ser comparado à seguinte cena: há um cano com vazamento (nível mental), que pode promover uma infiltração no teto (nível energético), ocasionando um gotejamento no assoalho (nível inflamatório), tendo a possibilidade de comprometê-lo definitivamente (nível degenerativo).
Como exemplo, citamos um caso de úlcera gástrica, iniciada por uma situação emocional vivenciada pelo paciente, muitas vezes ignorada, levando-o a procurar o médico apenas quando a queixa de dor no abdome superior se manifesta.
Nessa fase pode-se ter uma endoscopia sem alterações (nível energético), não havendo uma intervenção terapêutica, pode-se evoluir para uma gastrite (nível inflamatório) e chegar até uma alteração orgânica com lesões celulares mais complexas, como a úlcera gástrica (nível degenerativo).
Nos níveis inflamatórios e degenerativos há a necessidade de utilizar medicamentos sejam alopáticos ou homeopáticos e ou cirurgias.
Como manter nosso equilíbrio evitando as doenças e suas complicações?
Através de uma vida saudável que consiste em cuidarmos de nosso corpo, mente e espírito conseguindo assim um perfeito equilíbrio energético.
Devemos ter hábitos saudáveis como alimentação correta, pratica de atividade física regular, atividades de meditação e relaxamento e de equilíbrio energético como acupuntura, tai chi ou yoga.
Porém, para atingirmos uma resposta resolutiva é necessário intervir na “causa da causa”, “trocar o cano com vazamento”, resolver a problemática existente no nível mental, ressignificando crenças limitantes ao desenvolvimento de nossas potencialidades.
Desta forma, além de aliviar a dor do corpo, podemos buscar a aprendizagem para a alma, refletindo não apenas sobre porque as adversidades do dia-a-dia nos afetam, mas também como elas podem ser úteis para o nosso crescimento.
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